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Em minha épica, apoteótica e insana cruzada em busca de músicas de qualidade, acabei encontrando nos fóruns da vida a banda americana/sueca de hard rock Meldrum. Decidi baixar pra conhecer, afinal nem só de gótico vive o homem.

Sinceramente, uma das coisas que me atraem numa banda é a arte da capa. Se for uma banda que nem conheço então, isso se torna essencial. Depois de uma rápida busca no google, verifico se a banda possui outro requisito: vocais femininos. Se sim, já faço o download.

Acabei gostando do que ouvi. Um som pesado, a lá Faith no More, Motorhead e Pantera ecoa nos meus ouvidos desde ontem. Pesquisando sobre a banda, descobri que ela é recente e está em seu segundo álbum. Acabei achando também um clipe desse álbum que baixei, que está logo abaixo.

“Purge” abre o cd com um riff empolgante, seguido por uma voz limpinha, mas que logo torna-se agressiva e bem rock´n roll, mostrando a competência e versatilidade da vocalista sueca Moa Holmsten. É uma música pesada e com feeling, do tipo que nos instiga à quebrar tudo, como nos velhos álbuns do Pantera.

Há também uma participação muito especial do verrugento vocalista do Motorhead, Lemmy Kilmister, que divide os vocais com Moa em Miss Me When I’m Gone.

Quer ouvir? Baixe agora. O máximo que farei será colocar Purge pra download com as outras músicas do Play Count Manual.

Meldrum – Purge

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Trabalhar sentado direto por horas a fio dá nisso. Sempre que eu levanto ocorre um acidente de trabalho, no caso a cueca que se aprofunda em locais inomináveis.

Uma amiga, acompanhando minha cara de aflição e dor, me sugere usar cuecas boxer (acho que é isso), que não dão esse tipo de problema, além dela achar muito excitante (!!).

Então tá né.

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Hoje é quinta, então significa apenas uma coisa: House.

Noites de quinta felizes.

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O TCC entrou oficialmente em fase de diagramação ontem. Agora a programação ficou assim: diagramar o trabalho durante a semana e criar pecar publicitárias nos sábados e domingos.

E tome-lhe anfetaminas pra ficar acordadão.

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Tipos de livro que você nunca me verá lendo:

Da Zíbia Gasparetto ou qualquer outro com a mensagem “ditado por fulano”.

Sobre a nova moda do momento, com histórias de animais fofinhos, tipo Marley e Eu.

E livros de auto ajuda. Não importa o tema. Pode ser do tipo “Casais inteligentes enriquecem juntos” a “Não corte os pulsos, a vida te ama”.

á um programa que faz com que você se passe por outra pessoa no MSN. Fizeram isso comigo hoje, se passando por um amigo meu. Eu saquei na hora e comecei a ir na brincadeira.

Daí fui no embalo e acabei confessando sentimentos sobre uma pessoa que não devia. Que, aliás, participava da brincadeira do outro lado do MSN.

No final, depois de ser informado da “brincadeira”, eu digo que já sabia de tudo. Daí ela me pergunta porque eu disse aquilo tudo sobre aquela menina, daí eu falo que tudo que falei, mesmo sabendo da brincadeira, tinha seu fundo de verdade.

E eu não to brincando.

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In This Moment é uma banda americana que tive o prazer de conhecer semana passada. Pesquisando um pouco sobre a banda, descobri que a vocalista foi eleita no início de 2006 pela revista Revolver, junto com Cristina Scabbia, como uma das mulheres mais lindas do metal.

Cristina Scabbia tudo bem. Até feia ela é bonita. A morena do Lacuna Coil deve aparecer com facilidade na lista das mais belas do Rock, mas a loira do In This Moment é bonita sim, mas já não é pra tanto. Tem vocalistas bem mais bonitas que ela. Simone Simmons quem o diga.

Em todo o caso, fique com o clipe abaixo, de uma música que já tem seu lugar garantido no Play Count Manual da semana.

In This Moment – Beautiful Tragedy

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E por falar em Play Cout, fui parado por um leitor hoje na facu (sim, eles existem!), me pedindo para colocar as bandas que ouço para download. Eu disse que não é bem assim, que meu blog tem a função de expressar minhas idéias e de indicar boas músicas/séries/games/filmes, e não servir apenas como um portal de downloads.

Daí ele diz que gostaria então de conhecer apenas as bandas do Play Count, pra ver se vale mesmo a pena procurar e baixar os álbuns completos. Disse que essa idéia ia pra caixinha de sugestões do blog.

Então acho que farei isso. Talvez no próximo Play Count Manual já tenha o link pra baixar as minhas cinco músicas mais ouvida. Espero que vocês gostem e se interessem pelo som.

E parem de me encher o saco.

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Alguém aí percebeu que a lista de blogs ao lado cresceu muito nos últimos dias?

Por receber ameaças de uso de magia negra e vodu à minha pessoa, adiciono (mais) um blog à lista.

Um crossover é quando um personagem de alguma história aparece em uma outra história totalmente diferente. Isso acontece muito nos quadrinhos (Spider Man & Batman, Superman & Surfista Prateado) e nos games (Marvel Vs Capcom). Mas ia ser bem legal se nossas séries favoritas tivessem alguns crossovers. Resolvi listar alguns interessantes:

Jack Bauer em Lost: Imagina só: Bauer iria chegar lá, torturar Ben de um jeito que Sayid jamais pensou em fazer, conseguir as respostas para os mistérios e salvar todo mundo! Ou você duvida que o agente iria sair da ilha em 24 horas?

Sylar em Smallville: Vamos combinar: Clark Kent ainda não achou um vilão à sua altura. Então, que tal um que pode absorver poderes dos outros? A gente queria ver o rapaz de aço encarando o comedor de cérebros de Heroes.

Desmond em Heroes: Já que o profeta Isaac Mendez morreu, os heróis andam precisando de alguém que veja o futuro. Desmond então poderia substituí-lo perfeitamente, não? Save the cheerleader, save the world, Brotha!

Miranda Bailey em House: Até hoje ninguém conseguiu pôr o doutor House nos eixos. Isso porque, para acabar com a marra do ranzinza, só outra rabugenta! E a doutora mal comida de Grey´s Anatomy o enquadraria de uma vez por todas.

Dexter em Desesperate Housewives: Nunca assisti, mas sempre leio que Wisteria Lane é repleta de psicopatas, então seria legal que o melhor de todos se mudasse para lá! E como Dexter só mata gente ruim, ainda faria aquela limpeza na vizinhança.

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E por falar em Smallville, saiu mais uma tirinha de séries, comentando sobre a série de Clark Kent.

Realmente, perguntar não ofende. Só não faça esses tipos de perguntas a um fã da série, como eu.

Resposta a um post de um blog que leio quase com um fanatismo xiita:

Caro amigo,

Então cara, esse assunto só pode ser discutido entre nós do seguinte modo: Bar do Vovô com várias Originais sobre a mesa.

Realmente, o Ensino Superior foi pra cucuia faz tempo. Foi trocado a qualidade de ensino pelo mercenarismo nas mensalidades, a troca de professores conceitualizados (vc acha que o Mestre Luis Antonio dura mais um semestre?) por professores do tipo “pague 1 e leve 2” e gastos em obras quase Faraonicas (campus em pinheiros, novo centro esportivo e clinica veterinária) tudo para mostrar a ostentação e dizer que a facu tem estrututa (até) demais. Tudo em nome do “Aprender na Prática”, que sabemos que não existe assim tão na prática.

Fui na Casper há algumas semanas e fiquei besta. No único andar em que fui, além do estúdio de um rádio popular, havia nada menos de que 7 estúdios de Rádio e TV e várias ilhas de edição. Tuno num mísero andar. Agora a nossa, a mesma que joga sujo publicando banners e flyers com rankings manipulados com os resultados do MEC e possui uma das mensalidades mais altas da cidade (eu estava dentro da Casa Branca, lembra?) possui um puta prédio, com o pomposo nome de Núcleo de Comunicação Social, de 4 andares, com apenas 2 estúdios e (míseras) 3 ilhas de edição. Eu e você, mais do que ninguém, em época de edição de TCC, sabemos a falta que uma estrutura melhor faz.

E o que o povo faz? Apitaço, claro. Faz zona, atrapalha a aula dos outros, chegam a colocar carro de som na porta da facu, como na última quinta feira. Tudo para colocar o dedo na ferida e mostrar pra facu algo como “ei, nós não concordamos com isso!”. Eu não participo dessas idiotices acéfalas e simplesmente digo que tô cagando e andando com isso. E é verdade.

Não serei eu que farei isso. Não tenho coragem para tanto. Mas quer ver alguém conseguir colocar o dedo na ferida de tal modo que ele infeccione e gangrene de vez? É só alguém, talvez a mesma pessoa que organize esses movimentos estudantis de merda, aparecer na reitoria com centenas, milhares de boletos de mensalidades não pagas e aí sim dizer: “ei, nós não concordamos com isso!”. Mas será que alguém tem coragem suficiente para desafiar o rei desse modo? Ou vão continuar no infrutífero apitaço?

Pois os milhares de boletos pagos são, para a Unicsul, o seu pão e circo. Enquanto eles tiverem isso não há apitaço que os perturbe.

Mas como falei acima, isso é papo para ser discutido numa mesa de bar com várias cervejas ao nosso lado.

Epica – The obsessive devotion

Satyrian – Feel The Rush

Theatre of tragedy – Samantha

Blood Parade – Queen Of The Darkness

The Distillers – Ask the Angels

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Notou uma diferença acima? Nem só de metal gótico vive o homem. Agora um desafio para as meninas: Qual banda não é de metal gótico?

A vencedora ganha um abraço por trás.

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Algumas impressões sobre os novos álbuns que baixei:

Gótico com pão de queixo. É assim que posso definir a banda mineira Rosa Ígnea. Minas Gerais prova mais uma vez que está virando um berço de ótimas bandas de Gothic Metal, digo isso pensando no Silent Cry e Noturna.

Rise of the Tyrant, o novo álbum da banda sueca de death metal Arch Enemy, é muito foda. E isso é bom demais. E aproveitando, a vocalista Ângela Gossow acaba de lançar um site. Visitem e babem com a beleza dela. E ela canta de um jeito que deixaria os grandes nomes do death metal, como Max Cavalera, com inveja. Recomendadíssimo.

Com certeza tem um lugar para ela numa possível Top Lista: Gatas do metal.

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Recebi um vídeo do youtube com uma apresentação da banda de uma amiga que não vejo há anos, mas que a tecnologia nos juntou novamente. Espero que gostem do som deles. Eu gostei.

Blues Infames – Good Morning Little School Girl

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Na boa, aquela japonesa que apresenta a TV Globinho é um tesão, vocês não acham?

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Sempre passo por isso. De manhã o trem lotado. A noite, a lotação lotada.

Me sinto como um membro do Partido em meio à prole.

George Orwell sabia das coisas.

Pronto, Agora é esperar as críticas.

Falta espaço.

Falta espaço no rack para guardar os livros.

Falta espaço no guarda roupa para guardar os DVDs.

Falta espaço no Ipobre para armazenar as músicas.

Falta espaço na HD para guardar as músicas e séries baixadas diariamente.

Preciso de espaço. Muito.

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Hoje teve protesto na porta da facu, e com razão. Tudo por causa da semi presencialidade, novo “método” de ensino em que, no lugar das aulas, os professores colocam a matéria na Internet e o aluno faz o download. Foda-se se ele fizer ou não.

Eu particularmente to cagando e andando pra isso, somente porque é meu último ano e normalmente nem temos aula mesmo, somente orientações pro TCC. Mas dá até dó daquele aluno inocente que entrou agora e vai se foder com isso nos próximos 4 anos.

Semi mensalidade nem pensar né?

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E por falar na facu, minhas fontes secretas na Casa Branca me informaram que, mesmo fazendo essa cachorrada, a Unicsul vai abrir um novo campus ano que vem, em Pinheiros. Ela comprou (ou alugou, minha fonte não soube dizer) o local onde será o novo campus daquela porra.

Isso sem falar no novo Centro de Esportes que ela ta terminando de construir, lá por perto mesmo. Além disso ela inaugurou nesse ano um centro veterinário na região.

Parece que já sabemos pra onde vai a grana que eles estão economizando com a contratação de bons professores, demitindo Mestres e Doutores com anos de experiência e contratando novos professores a preço de banana.

Ainda bem que é meu último ano naquele cú. Unicú.

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Eba! Soltem, os rojões! Consegui baixar o novo álbum da banda Épica, Divine Conspiracy, que será lançado apenas em setembro.

Aproveitei e baixei pra conhecer uma banda chamada Tystnaden e outra chamada Cadaveria, também góticas.

O que as três tem em comum? Belas mulheres nos vocais e um cara se esgoelando nos guturais. To ouvindo Épica no momento, mas ouvirei ainda as outras bandas. E já posso guardar um lugar pro Épica no Play Count Manual dessa semana.

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Porra, não sei o que ta acontecendo, mas não teve um dia que meu trabalho foi legal. Essa semana promete ser longa, com TMAs altíssimos, muito acima da minha média de 130, 140.

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Você possui bloqueador de pop ups em seu computador? Se sim, pense comigo:

Se a função do bloqueador é justamente bloquear pop ups, por que aparece um pop up com aquela mensagem “Você notou a barra de informações?”, informando justamente um pop up foi bloqueado?

Porra, é uma coisa idiota aparecer um pop up pra dizer que um pop up foi bloqueado. Pior que isso só quando você quer desligar o computador e, pra isso, tem que clicar no botão Iniciar.

Coisas que só Bill Gates explica.

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Lendo um blog de uma menina sobre séries, ela lançou uma pergunta aos leitores: quais são as séries que não descem nem a pau? Aquelas que você tenta assistir e acaba desistindo, de tão ruim que o programa é. Minha resposta:

Gilmore Girls
Nip/Tuck
One Tree Hill
Supernatural
E mais um monte que não me lembro

Aproveitei e falei as que assisto com o mesmo fanatismo de um muçulmano xiita:

24 Horas
Lost
Smallville
House
Dexter
Heroes

É claro que tem mais, como Grey´s Anatomy, CSI e mais um monte, mas as séries citadas acima são aquelas que eu amo de paixão, além de ter colocado as que ainda estão em produção. Nem preciso falar das canceladas né? Seinfeld, Arquivo X, entre outras, já estão no meu coração faz tempo.

E as suas, quais são? Responda aí!

Pra que pagar para assistir um desenho que passa de graça na tv?

Por que no cinema o desenho dos Simpsons é bom pra caralho.

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Eu faço o convite na sexta feira e ela me liga hoje. Pô, quase atendi dizendo que eu tava assistindo justamente o filme em que eu a tinha convidado. Pena.

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Mesmo quase estourando o meu cheque especial, não resisti. Comprei 1984, de George Orwell, e o primeiro volume de A Torre Negra, saga épica de Stephen King, que ele concluiu recentemente e demorou mais de 30 anos para ser terminada, em sete livros.

Sobre 1984 nem é necessário falar, mas aqui vai algo que me atiçou a curiosidade para comprar A Torre Negra. No lançamento do último volume, houve uma matéria numa revista semanal comentando o lançamento do livro, dizendo que há alguns anos o autor recebeu uma carta de uma paciente com câncer terminal, implorando para saber o final da história.

“Isso me assustou e me fez pensar que to demorando muito para terminar essa porra. Ela jurou que, literalmente, levaria o final da história para o túmulo, mas eu nem tinha começado o primeiro capítulo!”, disse o autor na época.

Tomara que esse livro valha a pena. Ele já é cotado como O Senhor dos Anéis da nossa Era. Quando será que sai o filme?

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Não foi a primeira vez que vi, mas agora que caiu a ficha. Parece que a nova moda é as menininhas de 15, 16 aninhos usarem chupeta. Deve ser uma porra emo ou coisa assim. Já vi umas 10 desde a semana passada assim, com esse negócio entalado na boca.

Cara, que porra de mania é essa? Chupeta? Faz chupeta na cabeça do meu pau, caralho!

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Eu vi um comercial e parece que o jornal O Estado de São Paulo declarou guerra a um inimigo muito poderoso: os blogs. Que campanha mais idiota que eles fizeram.

Vamos ver quem ganha essa luta. E só lembrando: vários dos jornalistas que escrevem para o jornal mantém seus próprios blogs e sites pessoais.

Quando Jogos Mortais saiu, o auê criado em sua volta foi rápido e justificado: personagens em uma situação de pressão extrema e um vilão que figuraria entre os grandes do cinema. A trama altamente complexa e cercada de reviravoltas surpreendentes, renderam a Jigsaw uma cifra de mais de 100 milhões de dólares mundialmente, chegando a quase 100 vezes o orçamento do filme (de 1,2 milhões de dólares).

A continuação foi iminente e aconteceu em um tempo tão recorde quanto o primeiro, filmado em 25 dias e lançado apenas um ano após. O roteiro foi simplificado para dar lugar a mais sangue e mortes. Entre os que acharam que ficou melhor e os que rebaixaram o filme, o rebuliço foi igualmente grandioso, custando 4 milhões e rendendo mais de 87 milhões de verdinhas só nos EUA.

Eis que chegamos à terceira parte. Agora que pode conferir o resultado, a conclusão que se chega é que houve um retorno aos fatores que tornaram o primeiro filme um sucesso e que esta trilogia ficou de bom tamanho, concluindo com chave de ouro este primeiro ciclo de Jogos Mortais do maníaco Jigsaw. Digo primeiro ciclo porque Jogos Mortais 4 já foi anunciado e só Deus sabe pra onde a série vai agora.

Agora vamos ao roteiro: eu não vou entregar nada além do básico para não estragar a surpresa, mas se você não assistiu e não quer saber NADA sobre o roteiro, pare a leitura agora mesmo e acesse algum site mais interessante. Basta saber que é um filme muito bom para quem é fã da série e é recomendado que se tenha assistido aos dois filmes anteriores para pegar todas as referências e não ficar boiando enquanto a projeção acontece.

Bem, se você ainda está por aqui acho que já tenha assistido ou não se agüenta de curiosidade, então vamos lá, foda-se. Em Jogos Mortais 3 Jigsaw está em estado terminal devido ao tumor diagnosticado tempos atrás. Entretanto ele e sua pupila Amanda ainda tem tempo de fazer um último jogo, o maior e mais completo de todos eles.

A primeira jogadora é a doutora Lynn. Seu objetivo é manter o Jigsaw vivo ou então sua cabeça será detonada por sensíveis cartuchos de espingarda amarrada em um dispositivo, não muito confortável, em volta de seu pescoço. Mas claro que Lynn não terá que manter o homem vivo indefinidamente – o tempo é ditado pelo sucesso (ou insucesso) do segundo jogador chamado Jeff, um homem puto que procura vingança pelo atropelamento de seu filho pequeno. Em seu jogo, Jeff terá de passar por uma série de testes que poderiam mudar o nome do filme para Gincanas Mortais, envolvendo todos os envolvidos no acidente de seu filho.

Então o filme passa a alternar estas duas metades do roteiro, aparentemente sem ligação, com flashbacks e cenas dos filmes anteriores, contando mais da relação Jigsaw/Amanda entre outras coisinhas, que vou tomar a liberdade de não dizer.

Sobre as armadilhas, elas estão menos elaboradas e começam a faltar idéias, digamos “criativas”, para que as mortes ocorram, dando destaque apenas para a última, onde o assassino do filho de Jeff tem seu fim. Entretanto o roteirista é esperto e deixa isso passar em branco com uma história sólida e calçada em reviravoltas nos aspectos humanos e psicológicos das personagens, o que faltou em Jogos Mortais 2 e tem de sobra no primeiro filme.

O roteiro também mantém uma boa ligação com os filmes anteriores, especialmente o primeiro, amarrando algumas pontas soltas e explicando melhor eventos que foram apenas sugeridos no primeiro filme.

Pois então existem duas classes de espectadores potenciais: os que gostaram mais do excesso de mortes e sanguinolência do segundo filme poderão se decepcionar com este terceiro, mas os que curtiram mais o que diz respeito aos conflitos de interesses do primeiro vão com certeza aclamar esta continuação, assim como eu.

Como de praxe o final é aberto, mas não menos elaborado e intrincado como os filmes anteriores. Entretanto não chega a impressionar tanto quanto antes, principalmente porque não existiam muitas revelações pendentes, já que no primeiro filme foi mostrado a verdadeira identidade do assassino, no segundo a identidade da cúmplice e o que sobra para o terceiro não causa o mesmo impacto. O que não significa que não seja surpreendente, mas fica evidente que não sobraram muitas alternativas para o roteiro e para o público sedento por outra revelação bombástica.

Outro erro é passar a personalidade de Jigsaw como um homem normal e que os atos de barbaridade a que submete suas vitimas são plenamente justificáveis, removendo seu bastão de vilão da história. O que não deveria acontecer, já que na minha opinião Jigsaw é um grande muthafucka.

A atmosfera continua tensa, soturna, escura (até demais) e a forma de Darren Lynn Bousman dirigir está começando a se tornar clichê: os cortes rápidos, a câmera rotativa e closes nos rostos angustiados das vítimas. Mas o que realmente causa um pouco de desconforto é o “resumo do filme” que acontece no final, assim como os anteriores, para mastigar a conclusão e que é totalmente desnecessária a não ser que você estivesse dormindo no sofá, o que eu duvido muito.

O elenco continua muito bom no saldo geral e Tobin Bell, mesmo com um Jigsaw debilitado, executa um trabalho digno de menção. Amanda foi finalmente “desbaranganizada” neste filme (basta comparar como está feia no primeiro e no segundo filme), mas sua interpretação soa um pouco forçada já que surpreendentemente é a personagem que sofre mais pressão psicológica do que muitas das vítimas de Jigsaw. A médica Lynn é a mais fraquinha, mas do outro lado da balança está Jeff como o atormentado, vingativo, bitolado e complexo pai.

No fim das contas Jogos Mortais 3 agrada bastante quem já era fã da série e fecha a trilogia de maneira respeitosa e que justifica os altos valores de arrecadação de bilheteria e seu sucesso. Como os produtores de bobos não têm nada já encabeçaram uma quarta parte que deve figurar nos cinemas em outubro, como já é costume. Ora, mas este terceiro filme já deu pinta que as idéias começam a terminar e como não haverá mais envolvimento do diretor Darren Lynn Bousman e do roteirista Leigh Whannell há uma grande chance de que a franquia desça ladeira abaixo.

Portanto se algum executivo da Lions Gate desavisado entrou por aqui, peço caridosamente que dêem um tempo para Jigsaw ou que pelo menos tomem um rumo totalmente diferente, já que este merece ser o fim da trilogia Jogos Mortais.

No (na minha opinião) melhor filme de sua carreira, Jim Carrey vive um personagem que passa por uma desilusão amorosa e, assim, decide apagar todas as lembranças dela de sua memória. Ele contrata uma empresa especializada em apagar memórias indesejáveis e, no meio do processo, ele se toca dos tantos momentos felizes que passaram juntos, vendo que não valia a pena esquecer aquilo por nada no mundo.

Quem nunca queria ter feito isso? Terminou o namoro, vai lá e pum! Apaga tudo. Rápido, simples e indolor. Eu também queria ter feito isso, mas daí esqueceria dos grandes momentos que passei do lado dessas pessoas e das coisas que ensinei e aprendi.

E prefiro me lembrar de tudo. E tem coisas que faço até hoje em que a primeira pessoa que me vem na mente são elas.

Sempre que assisto A Múmia ou Um Sonho de Liberdade eu lembro dela.

Sempre que ouço The Doors eu lembro dela.

Sempre que assisto Arquivo X, jogo Guitar Hero ou Soul Calibur, eu lembro dela.

Sempre que tomo um café ou assisto Harry Potter, eu lembro dela.

E isso é legal pra caralho.

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Quando tenho sorte, dentre umas 10 bandas diferentes que baixo toda semana, pelo menos uma é memorável, daquelas que eu ouço várias vezes o mesmo cd. Isso acontece pelo menos uma vez por semana.

Nessa semana eu tive sorte em dobro. Depois de curtir muito o gótico do Satyrian, descobri uma banda chamada Eilera, que corre o risco de tocar muito ainda no iTunes.

Uma dica: baixem. As duas. Pra quem gosta do estilo, é claro.

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Depois de voltar do trabalho e babar no travesseiro a tarde inteira, vou varar a noite assistindo House, Dexter, Jericho, Grey´s Anatomy, o anime do Street Fighter e Smallville, pra colocar meus conhecimentos nas minhas séries em dia.

Será que a cadeirinha de plástico aguenta?

Tristania – Deadlocked

Theatre of Tragedy – Samantha

Krypteria – Somebody Save Me

Arctic Monkeys – Fluorescent Adolescent

Stream of Passion – Out In The Real World

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Com saudades das Top Listas? Tô preparando uma e colocarei assim que der. Será em breve.

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Você teve seu último arrependimento
Alcançou sua profundidade final
Aprofundou a sua cova
Abriu caminho para o mundo passar por você
Optou por abandonar o medo
Você está preso em um mundo de empacados
Dessa vez é pra valer
Dessa vez é pra valer
Este mundo
E seus maus caminhos
A dor que eu escondo
vamos deixá-la aparecer
Saí com a vergonha
Irá alguém aí fora me dar a culpa
Alguém
Me mostre
Está longe demais para se ver
O que Deus fez de nós?
me diga que isto é um sonho?
Será que era pra ser assim?

Tradução de Deadlocked, uma das poucas músicas que me fizeram rolar uma lágrima.

Sei lá, baixe, compre o Cd, peça que eu grave, mas não deixe de ouvir. E venha chorar comigo.

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O melhor de não citar nomes em meu blog é que assim só quem convive comigo, ou estava no momento na qual eu citei por aqui é que sabe de quem eu tô falando.

E a confusão que isso provoca nos outros é um barato.