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Os melhores:
O Caçador de Pipas – Khaled Hosseini;

1984 – George Orwell;

A Revolução dos Bichos – George Orwell;

Celular – Stephen King;

Perfume, a história de um assassino – Patrick Suskind.

O pior:
O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder

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E os seus, quais são?

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Ainda não posso fazer uma crítica bem feita com apenas 1 hora de jogo, mas Guitar Hero 3 já me convenceu como um dos motivos para comprar um novo videogame.

A única coisa ruim (se é que isso existe) é o fato de ter que (re)aprender a jogá-lo, pois o controle do X Box 360 é um pouco diferente, então tenho que começar do zero novamente.

Tá, já sei. Essa bagaça ta abandonada, eu não ligo pra vocês, e essa putaria toda. É o seguinte: aconteceu muita coisa nessa quase 1 semana que fiquei fora. Vamos por partes:

-27 horas no ar. Esse foi o tempo necessário para finalizar o Trabalho de Conclusão de Curso (como escreve um amigo meu). Para tanto, foi necessário passar a noite na casa duma amiga para, juntos, matarmos o Jason. Sem direito a continuação. Tive que levar meu computador (e uma cueca bonita – nunca se sabe) e finalizamos o trabalho de um ano todo. O preço da brincadeira: R$ 1600,00, só de impressão.

– Também comprei algo que há tempos eu queria: um Ipod. Agora sou um dono feliz e bem sucedido de um Ipod de 4gb. Enfio música no bichinho e ele nem geme.

– O meu último ato de insanidade foi entrar com pé direito na nova geração de videogames. Sou dono de um X Box 360, mas não é daqueles básicos não, com Hd de 20Gb. O meu é o modelo Elite (não, não é a Tropa), pretão, controle sem fio e Hd de 120Gb. Aproveitei pra comprar junto o jogo mais fodido do console: Halo 3, com direito a legendas e dublagem em português. Realmente, a Microsoft Brasil ta dando um show em marketing, lançando o maior jogo da história dos videogames simultaneamente no Brasil, com todos os benefícios acima.

Com as obras aqui em casa, farei de tudo pra continuar postando aqui regularmente. Agora que o TCC já acabou (falta apenas a apresentação), isso vai ficar mais fácil.

Os melhores:

Lady Vingança, de Park Chan-Wook

Harry Potter e a Ordem da Fênix, de David Yates

Extermínio 2, de Juan Carlos Fresnadillo

O pior:

Licença para Casar, de não sei quem.

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O Épica lançou o primeiro clipe de seu novo álbum, Divine Conspiracy.

E Simone Simmons continua feia, como sempre.

Epica – Never Enough

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Resolvi fazer a lista dos melhores filmes que vi no cinema agora, já que foi um ano fraco pra mim e não espero mais nenhum filme bom até o final do ano. Talvez I am Legend, com Will Smith, mas é só.

No filme, ele interpreta o único sobrevivente da raça humana, que foi exterminada numa epidemia. Depois de anos de solidão ele se depara com uma nova raça, que possui poderes semelhantes aos zumbis de Celular, livro de Stephen King. Procurem o trailer no youtube. Esse até promete

Bem o meu tipo de filme.

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E vocês, quais foram os melhores e os piores do cinema esse ano?

Tá, admito: Tropa de Elite é um puta filme, com direito a indicação ao Oscar e o caralho a quatro. Assistindo ao filme dá pra entender o motivo de tanta admiração e sucesso. Capitão Nascimento é o cara.

Explico: o cara é praticamente a voz do povo. Com ele bandido não tem vez. Ele faz tudo que um cidadão gostaria de fazer com um criminoso. Com ele a coisa funciona, a justiça é feita. Ele é a voz do povo. E a voz do povo é a voz de Deus.

Mas nem tudo são flores. Eu queria era ver sangue. Muito sangue mesmo. Jorrando como nos Jogos Mortais 1, 2, e 3, que espero que vocês conheçam. Queria assistir maldades horrendas. Queria torturas horripilantes. Gente estourando, miolos espalhados pelas paredes, olhos sendo vazados, estampidos de balas sacudindo meu quarto.

Um sujeito só carbonizado numa pira de pneus e dois ou três caras sufocando com a cabeça em sacos plásticos era pouco. Qualquer Tarantino, John Carpenter, Robert Rodriguez ou George A. Romero dariam um banho – sempre de sangue – em matéria de tortura e maldade. Cadê as degolas? Cadê o arrancar de unhas? Os olhos furados? As vísceras expostas?

Agora quem falou acima foi meu lado de fã de terror e gore. Mas isso não foi nada que tire o mérito do filme, deixo claro. Achei até ousadia do diretor fazer um filme em que os heróis são a polícia. Explico novamente: em um país onde o cinema promove “heróis” como Zé Pequeno, Majestade, Mane Galinha, Pixote entre outros, é até estranho assistir um longa em que os heróis são pessoas que, nas referências citadas antes, são os vilões dos filmes.

Lembro quando tava num ônibus, há uns bons 4 ou 5 anos atrás, e um moleque solta pro outro: quando eu crescer, quero ser igual ao Dadinho. Dadinho é o caralho, meu nome é Zé Pequeno porra!

Agora vamos torcer para que a nova geração tenha o desejo de, quando crescer, ser igual ao Capitão Nascimento.

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E vocês, assim como eu, estão recebendo e-mail aos milhões com piadinhas e citações ao personagem principal do filme? Eu recebo várias, mas uma que me chamou a atenção foram os Capitão Nascimento Facts. Listei apenas os mais legais:

Cap. Nascimento dorme com um travesseiro debaixo da arma.

Getúlio Vargas não cometeu suicídio, ele só pediu pro Cap. Nascimento: “Na cara não, pra não estragar o velório.”

Quando Deus resolveu criar o Universo foi pedir permissão ao Cap. Nascimento e ele respondeu: “Senta o dedo nessa porra!”

Quando Bruce Banner fica puto ele vira o Hulk, quando o Hulk fica puto ele vira o Cap. Nascimento.

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Ir trabalhar de domingo é um saco, ninguém merece. Tem só uma coisa que me motiva nesses dias. O site da BBC Brasil e a coluna do fantástico Ivan Lessa. Esse eu recomendo.

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Eu achava que tava cedo, mas já tem alguns blogs e sites que estão fazendo suas listinhas de melhores e piores do ano. Pensando nisso eu já estou preparando a minha, sobre vários temas.
Assim que eu publicar, os leitores me façam o favor de comentar com as suas preferências sobre o tema. Vô ta esperando.

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Nunca pensei que teria que chegar a esse ponto, mas era isso ou fazer nas calças.

Foi a cagada mais cara que dei na vida. Mas também foi a mais gostosa.

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-Você veio aqui só pra me dar o DVD?
-Não. Tive que passar no marketing também. Mas se não tivesse, eu viria do mesmo jeito.

Tem amigos que não nos importamos em fazer pequenos sacrifícios apenas pra dar um oi.

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Zero dois, me dá a 12.

Quero mostrar pra vocês uma lenda que talvez não conheça. Já ouviu falar de Segata Sanshiro? Esse nome estranho é baseado no de Saguta Sanshiro, um personagem de um famoso filme japonês. O nome Segata Sanshiro é parecido com Sega Saturn Shiro, que quer dizer “você tem que jogar Sega Saturn”. Uma das bizarrices publicitárias por lá.

Sim, esse cara foi o garoto-propaganda da Sega durante toda a era do Saturno no Japão. Mesmo parecendo com os vídeos do Hermes & Renato, o incrível é que as peças publicitárias funcionaram, e as vendas do Saturno melhoraram muito desde que elas foram veiculadas.

Ele era tipo um Chuck Norris, que arrebentava todo mundo que não tinha um Saturno nos comerciais. Virou quase um herói nacional. Todos os 20 comerciais dele são bem engraçados, sendo o último quando os executivos da Sega fecham acordo para produzir o Dreamcast. No final das contas, ele ganhou até um game próprio, uma homenagem “póstuma” da Sega.

Mas o melhor o clipe lançado pela Sega, com a música completa do herói (que é muito grudenta) e trechos de todos os comerciais lançados. Não dá pra não dar risada. Aproveite e assista todos.

Segata Sanshiro – Sonic R

Segata Sanshiro – Natal

Segata Sanshiro – The Game

Segata Sanshiro Video Clip

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Foi condenado a prisão perpétua Tyrone Spellman, 25, que em setembro de 2006 matou sua filha Alayiah, de 1 ano e cinco meses. Elke jogava em seu X Box 360 quando sua filha derrubou o console.

Puto da vida, ele tratou de fazer justiça: espancou a criança, que morreu. Tyrone confessou. “Eu pensei que (o videogame) tivesse quebrado. Eu a golpeei no rosto e depois a joguei contra a parede”.

Agora vai ficar o resto da vida na cadeia. Sem videogame.

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Ainda bem que não tenho filhos. Tá, foi idiota.

Resident Evil 5 – Depois de arrebentar zumbis em RE e RE Code Veronica, Chris Redfield retorna na 5ª versão da série para arregaçar os miolos alheios num país esquecido por Deus no meio da África. Com gáficos perfeitos, chegando ao ponto de não ser possível distinguir o que é cena do jogo e o que é computação gráfica. E uma novidade: os inimigos do game podem ser qualquer coisa, menos zumbis.

Halo 3 – se as duas versões anteriores já eram motivo para comprar um X Box, a nova versão não seria diferente. Com o sugestivo slogan “Finish the Fight”, o jogo com a maior estratégia de mkt da história da indústria do entretenimento (lá fora, é claro) faturou na 1ª semana a bagatela de 300 milhões em vendas. Nem Star Wars, Senhor dos Anéis e Homem Aranha fizeram isso nas bilheterias. E ainda vem com legendas em português. Vale ou não vale a pena?

Gears of Wars – lançado há quase um ano, ainda se mantém firme e forte em qualquer lista dos melhores do console. Mesmo com uma história batida e clichê sobre invasão alienígena na Terra e blá blá blá, o que faz mesmo a diferença é a qualidade dos gráficos, a perfeição do som e a jogabilidade impressionante. Fora o multiplayer matador.

GTA 4 – Um dos maiores sucessos da história dos games, a série GTA sempre foi motivo de polêmica, sendo até culpada por “influenciar” adolescentes acéfalos a entrarem atirando nas escolas americanas. Se GTA San Andréas já era enorme, rumores dizem que a nova versão seria pelo menos 30 vezes maior, fazendo com que Liberty City (a cidade onde se passa o game, uma xerox de NY) seja quase do tamanho real da Big Aple.

Metal Gear 4 – Hideo Kojima ainda não confirma, mas também não desmente, os boatos de que sua obra prima também seja produzida para o console da Microsoft. Como a Sony está perdendo cada vez mais os jogos exclusivos que tinha antes para o Play 2 (Guitar Hero, Final Fantasy, Winning Elven, entre outros) na nova geração, não é muito difícil que isso venha a acontecer com a Kojima Productions. É esperar pra ver.

O ruim de toda droga que libera endorfina no cérebro (substancia que causa prazer) é que ela vicia. Você sempre quer mais e mais, e fica sofrendo quando não tem acesso a aquilo que te dá prazer e sensação de bem-estar.

Isso chama-se crise de abstinência. Nesses momentos você é capaz de fazer todo tipo de loucura em busca de sua fonte de prazer.

Como eu fiz agora a noite. Assistir C.S.I. Miami reprisado, numa TV mal sintonizada, que fica preto e branco as vezes. Tudo em nome da endorfina. Não tava mais agüentado ficar sem.

Yeaaaaaaaaah (imagine agora aquele grito que se ouve na abertura da série). We don´t get fooled again…

Violência urbana é uma merda. Ser assaltado, roubado ou furtado (sei lá qual é o termo jurídico certo) é uma das piores coisas que se pode acontecer. Você se mata, se fode de trabalhar pra comprar aquilo que tanto quer (um carro ou um par de óculos, como aconteceu hoje) e aí vem um filho da puta, que fala que é vítima do sistema (que sistema?) e te tira aquilo que você custou tanto pra conquistar, num piscar de olhos.

O pior é o sentimento de impotência (não esse tipo de impotência). Você não pode fazer nada, ou porque é ameaçado ou porque foi tudo tão rápido que você nem percebeu e, quando se deu conta, já é tarde demais.

Aconteceu isso no trem hoje. Não comigo. Mas com um cara que tava sentado. Assim que o trem se pôs em movimento, um malaco colocou o braço pra dentro e tirou o óculos do carinha, e saiu andando calmamente.

O pior de tudo é que deve ser achar uma pessoa malandra, “ladrona”, do crime, que ouve Racionais e tem um Vida Loka tatuado no braço. Eu confesso que tenho o mínimo de respeito por aquele tipo de ladrão de banco, que quando rouba, rouba de verdade, que rouba de quem realmente tem dinheiro. Mas desses tipinhos, que roubam óculos, bolsas de estudantes da facu, roubam sua marmita, o relógio do Paraguay e o discman quebrado (esses três foram comigo!), pra mim não são gente. São vermes. Vermes que, na primeira oportunidade, dá vontade pisar e cuspir na cara, de bater até inchar a mão.

E não me vem com essa história de que são esquecidos da sociedade, pobres que nunca tiveram oportunidade na vida, que são estudantes de escola pública. Ô judiação. Tadinho deles. Pra mim isso não é motivo. Educação e bom senso vem de berço. Isso nada mais é que culpa dos pais, falta de educação e, porque não, umas boas palmadas. Depois que cresce já não tem mais jeito. Isso tem que vir desde cedo.

Emprego, sinceramente, não falta. O que falta é gente preparada, que tenha vontade. Sinto nojo daquele cara que limpa parabrisa no farol e reclama que não tem emprego. Mas dinheiro pra tatuagem tem né, ô arrombado? Piercing, roupinha de surf, cigarrinho e o baseado do fim de semana também. Pode reparar.

Não vou dar uma de preconceituoso e dizer que era preto, branco, azul ou rosa, nem dizer que era baiano, paulista, mineiro ou carioca. Mas tenho nojo do tipinho que fez isso. É aquele tipinho fácil de reconhecer. Não vou entrar em detalhes, pois isso vai de cada um. É aquele tipo de gente que você sabe que vai dar merda na vida, vai ser um merda na vida, é um merda na vida. E esse tipo de percepção varia de pessoa para pessoa.

Eu tenho o meu tipo de percepção. E você também, eu sei.

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A novela da edição do vídeo continua. Cagada após de cagada, a Unicsul continua a foder com as nossas vidas.

A solução foi enviar um e-mail pro coordenador do curso. Não queremos cabeças numa bandeja, apenas soluções.

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Após um fim de semana criativo, não consigo criar nem um adesivo de para choque.

Merda!

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Porra, caralho, buceta! Vai tomar no cu, seu filho da puta!!!!

– Cae, larga esse estilete. Joga isso fora. Não! Não encosta eles no pulso. Pára! Nããããão…

– Sangue… não posso ver sangue… ahhhh….

Após mais um ataque de loucura, teve (mais) uma veia que estourou no cérebro do autos do blog que agora passa o dia inteiro babando e cagando nas calças.

Além de ter duas belas cicatrizes, uma em cada pulso.

Como disse antes, sobre a estréia da 2ª temporada de Heroes, quem era pra morrer ta vivo e quem era pra viver morreu. Imagina minha cara de espanto quando descobri que Sylar está vivo, sendo tratado por uma organização secreta e que D.L. Hawkins, negão gente fina que atravessava paredes na temporada passada e que dava uns pegas na Ali Larter, acabou comendo grama pela raiz.

Sylar, é claro, fica puto ao saber que não passa de uma mera pessoa comum. Pra estragar um pouco mais a surpresa, segue um trecho de uma entrevista com o ator:

Numa reviravolta em Heroes. o vilão Sylar perdeu seus poderes. Isso vai ajudar a humanizar o monstro?
Na verdade não. O plano de Sylar foi sabotado, mas isso não nos dá uma chance de conhecê-lo melhor. Ele é mesmo cara de sempre, mas ainda mais obcecado, com uma fome de poder: “Eu quero meu poder de volta! Não há tempo há perder”. Durante sua luta, ele vai se juntar aos irmãos Maya e Alejandro e juntos partirão numa viagem para Nova York, para encontrar Mohinder.

A série já ta começando a esquentar e uma das várias subtramas da série começa a tomar corpo: Mr. Bennet, Mohinder e Matt Parkman juntaram forças pra acabar com a Companhia, organização que era uma das grandes vilãs do ano passado. Eles estão em busca de 8 quadros pintados por Isaac Mendes, artista doidão que pintava o futuro sob efeito de drogas. Os quadros mostram a morte de 8 personagens ligados a organização, sendo que o primeiro que foi pro saco foi o pai do Hiro.

Na última cena, Mohinder acaba encontrando a pintura nº 8, e acaba descobrindo que a vítima será Mr. Bennet. Daí o episódio acaba com o famoso to be continued.

E agora, quais serão as outras 6 vítimas?

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Lugar-comum nas séries médicas:

-House tomou um tiro;

-Dr. Burke tomou um tiro;

-Metade do elenco de E.R. já levou um tiro.

Srs roteiristas, já ta na hora de bolar um final de temporada melhor né?

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É só o gato sair da casa que os ratos fazem a festa.

-É que as pessoas vão lá em casa me ver porque eu tenho carisma.

-Não, você tem algo que os cientistas chamam de boceta.

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Em época de entrega de TCC, esse é o único jeito de acompanhar minhas séries.

Tem música pra todo tipo de situação. Tem música pra ficar nervoso e sair quebrando tudo, música pra apaixonado, pra ficar na fossa e pra ficar alegre. E pra se inspirar, tem?

Depois de passar por um puta bloqueio criativo, acho que descobri o motivo de eu não conseguir fazer algumas peças pro TCC: música. Comecei a reparar que toda vez que eu sentava pra criar algo eu tava ouvindo aquilo que eu mais gosto, metal. E não saia nada.

Ontem sentei decidido a não sair enquanto não criasse algo que valesse a pena. Abri o iTunes deixei rolar. Acabei percebendo que quando eu ouvia mulheres gemendo e caras se esgoelando no gutural, não conseguia pensar em nada criativo. Daí resolvi mudar o estilo musical. Mudei pra Johnny Cash e aí a coisa veio. Depois de 6 Cds no repeat do mestre country, acabei fazendo peças bonitas, funcionais.

Agora que já sei a fórmula, é só seguir adiante. Também mudei de tom as vezes, com Keane, Pink, Coldplay, Elvis, trilha do Amélie Poulin, e tudo mais que não seja metal nem gótico. Conforme as peças vão saindo, eu vou colocando-as no fotolog, que tá meio esquecido.

Agora a coisa vai.

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Falando em fotolog, não sou muito de visitar fotologs alheios (prefiro blogs), mas tava fuçando em alguns e achei uma foto bem legal que um amigo (ou amiga, depende) postou.

Tina um professor no 1º ano da facu que disse que amizades de faculdade começam e terminam durante a faculdade. É com muito prazer que digo que ele está errado.

Vou sair da faculdade com 2 ou 3 amigos que espero levar pra vida toda.

Não quero ter um milhão de amigos, mas amigos que valem por um milhão.

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Seguindo a sugestão de um amigo, talvez esse blog possa migrar para outro domínio, com ferramentas mais atraentes para administra-lo e com recursos capazes de me informar coisas bem legais, como até quem acessou o blog, e por onde (ta, quase isso).

Mas isso só depois de acabar o TCC maldito. Aguardem novidades.

Mais de 1/4 de século vivido, formado em publicidade e amante de games, música e pop!

Na estante

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