Violência urbana é uma merda. Ser assaltado, roubado ou furtado (sei lá qual é o termo jurídico certo) é uma das piores coisas que se pode acontecer. Você se mata, se fode de trabalhar pra comprar aquilo que tanto quer (um carro ou um par de óculos, como aconteceu hoje) e aí vem um filho da puta, que fala que é vítima do sistema (que sistema?) e te tira aquilo que você custou tanto pra conquistar, num piscar de olhos.

O pior é o sentimento de impotência (não esse tipo de impotência). Você não pode fazer nada, ou porque é ameaçado ou porque foi tudo tão rápido que você nem percebeu e, quando se deu conta, já é tarde demais.

Aconteceu isso no trem hoje. Não comigo. Mas com um cara que tava sentado. Assim que o trem se pôs em movimento, um malaco colocou o braço pra dentro e tirou o óculos do carinha, e saiu andando calmamente.

O pior de tudo é que deve ser achar uma pessoa malandra, “ladrona”, do crime, que ouve Racionais e tem um Vida Loka tatuado no braço. Eu confesso que tenho o mínimo de respeito por aquele tipo de ladrão de banco, que quando rouba, rouba de verdade, que rouba de quem realmente tem dinheiro. Mas desses tipinhos, que roubam óculos, bolsas de estudantes da facu, roubam sua marmita, o relógio do Paraguay e o discman quebrado (esses três foram comigo!), pra mim não são gente. São vermes. Vermes que, na primeira oportunidade, dá vontade pisar e cuspir na cara, de bater até inchar a mão.

E não me vem com essa história de que são esquecidos da sociedade, pobres que nunca tiveram oportunidade na vida, que são estudantes de escola pública. Ô judiação. Tadinho deles. Pra mim isso não é motivo. Educação e bom senso vem de berço. Isso nada mais é que culpa dos pais, falta de educação e, porque não, umas boas palmadas. Depois que cresce já não tem mais jeito. Isso tem que vir desde cedo.

Emprego, sinceramente, não falta. O que falta é gente preparada, que tenha vontade. Sinto nojo daquele cara que limpa parabrisa no farol e reclama que não tem emprego. Mas dinheiro pra tatuagem tem né, ô arrombado? Piercing, roupinha de surf, cigarrinho e o baseado do fim de semana também. Pode reparar.

Não vou dar uma de preconceituoso e dizer que era preto, branco, azul ou rosa, nem dizer que era baiano, paulista, mineiro ou carioca. Mas tenho nojo do tipinho que fez isso. É aquele tipinho fácil de reconhecer. Não vou entrar em detalhes, pois isso vai de cada um. É aquele tipo de gente que você sabe que vai dar merda na vida, vai ser um merda na vida, é um merda na vida. E esse tipo de percepção varia de pessoa para pessoa.

Eu tenho o meu tipo de percepção. E você também, eu sei.

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A novela da edição do vídeo continua. Cagada após de cagada, a Unicsul continua a foder com as nossas vidas.

A solução foi enviar um e-mail pro coordenador do curso. Não queremos cabeças numa bandeja, apenas soluções.

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Após um fim de semana criativo, não consigo criar nem um adesivo de para choque.

Merda!

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Porra, caralho, buceta! Vai tomar no cu, seu filho da puta!!!!

– Cae, larga esse estilete. Joga isso fora. Não! Não encosta eles no pulso. Pára! Nããããão…

– Sangue… não posso ver sangue… ahhhh….

Após mais um ataque de loucura, teve (mais) uma veia que estourou no cérebro do autos do blog que agora passa o dia inteiro babando e cagando nas calças.

Além de ter duas belas cicatrizes, uma em cada pulso.

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