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“Ria… e o mundo rirá com você. Chore… e chorará sozinho.”

Chico Xavier? Machado de Assis? Drummond?

Não. Oh Dae-su. Quem? Assista Oldboy, por favor.

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Antes eu tomava algumas pílulas e cerca de 7, 8 copos de café pra ficar acordado, por dia. Daí resolvi ficar somente com o café.

Não deu certo. Preciso de mais pílulas.

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Acabou meu treinamento e vou começar a trabalhar novamente. E descobri que 26% dos funcionários de onde irei trabalhar sofrem de depressão.

Amanhã começo a fazer o mesmo que eles.

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Todo mundo sabe que o Xbox 360 gera gráficos maravilhosos, com imagens que beiram a perfeição. Ainda mais se estiverem rodando numa HDTV.

Amanhã eu comprovo isso.

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Faz tempo que não assisto, mas ainda me divirto com os episódios de Will & Grace.

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Pense em jogo de guerra, e primeira imagem que vem à mente são Nazistas. Medal of Honor, Call of Duty, Battlefield, entre outros. Faz 10 anos que os Nazis são os inimigos nº 1 dos jogos de tiro. E isso tava começando a encher.

Por isso que me interessei por Call of Duty 4. Saíram os Nazistas, entraram os Iraquianos.

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Os muçulmanos são o único povo no mundo (creio eu, na minha ignorância) que condena à chicotadas e até a morte mulheres estupradas.

Não acredita? Veja aqui e aqui.

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A porra do meu computador é uma coisa de louco. No meu quarto baixava durante a madrugada até quatro episódios das minhas séries favoritas. Isso demorava cerca de 5 horas, no máximo.

Agora que ta na sala, demora mais de 7 horas pra baixar um simples episódio. Vai entender.

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Alguém aí sabe onde eu acho um mouse bom e barato?

Aproveitando: alguém quer comprar um Play 2?

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Dark Princess – Stop my Heart

Tarja Turunen – Poison

Wintermoon – I hear the unsacred

Arch Emeny – Rise of the Tyrant

Theatre of tragedy – Highlights

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Quer xingar alguém, mas não sabe quem? Liga pra mim. Terei prazer em servir de saco de pancadas.

Tá, faz cerca de três meses que não baixo nada de música, o que me fez recorrer a backups que havia feito há cerca de dois anos atrás. Tudo em busca de bandas que fazia (muito) tempo que não ouvia, como Lana Lane, Sirenia, Theatre des Vampires, entre outros.

Mas quando eu baixo músicas, meu radar sempre aponta para lugares com música de qualidade. Digo isso com toda certeza, já que descobri a banda russa de gothic metal Dark Princess, com a belíssima Olga Romanova nos vocais. Procure no Google e veja por si próprio. Ah, belíssima, mas para os meu padrões, beleza?

Além disso encontrei o novo da Tarja Turunnen, chamado My Winter Storm, além do álbum Road to Paradiso, do Epica.

Aos poucos tudo volta ao normal. Meus ouvidos agradecem.

Dias felizes again.

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Chega um momento que você quase ta cedendo, tentando voltar atrás, mas daí vem alguém, ou alguma coisa, que te faz abrir os olhos e te faz perceber a enorme cagada que você iria (quase) fazer. As coisas não mudam. Nunca.

A tecnologia é mesmo uma coisa incrível, não?

Depois do pedido público de desculpas de Tim Kring, criador de Heroes, por nos oferecer péssimos episódios, parece que a série finalmente tomou seu rumo.

Se antes ficávamos felizes por ver a frase “to be continued”, justamente porque acabou mais um péssimo episódio, agora voltamos a sentir aquela raiva sempre que vemos a bendita frase. Mas dessa vez não agüentando a espera por mais um episódio.

Fiz uma pequena maratona hoje, vendo os episódios que não assisti por causa do Jason, e teve muita coisa que me fez quase cair da cadeira. Especialmente o final do 8º episódio.

Sem falar que a série parece ter uma tara sexual por episódios que se passam em diferentes épocas. Na primeira temporada foram Six months later, contando os acontecimentos de 6 meses atrás na vida dos personagens, e Five years ago, contando o que aconteceu com a vida deles após a explosão em NY, cinco anos depois.

Na temporada atual, que se passa 4 meses depois dos acontecimentos narrados no final da 1ª temporada, já fomos brindados com a saga de Hiro Nakamura no Japão Feudal, em 1647 e um (ótimo) episódio com Peter Petrelli passado em 14 de junho de 2008, que mostra o mundo devastado pelo vírus Shanti, que mandou 93% da população mundial pro saco e que, nos dias atuais, ainda está em fase de criação. Tem também o (maravilhoso) episódio “Four months ago”, que mostra justamente o que aconteceu entre o final da primeira e o começo da segunda temporada, dando muitas resposta a perguntas até então sem solução.

Com a greve dos roteiristas, essa temporada foi reduzida e terá apenas 11 dos 22 episódios encomendados. Isso significa que ela já está acabando. Como diz Galvão: Haaaaaaaaaja coração!

Continuando o post de um blog que leio sempre:

Usar camiseta escrito “100% Negro” tudo bem, mas usar uma escrita “100% Branco”, daí é nazismo né? Estou aderindo à campanha 100% Cinza.

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E a mídia aproveita a data pra limpar sua consiência pra ficar falando sempre que pode da importância dos negros no país, de Zumbi, da cultura e blá blá blá, só pra ficar mais 364 dias sem tocar no assunto.

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Como eu costumava conversar com um grande amigo, enquanto as etnias/preferências sexuais/raças/outros tiverem uma data específica, isso só servirá para aumentar o preconceito em cima delas

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O emoticon mais engraçado que vi: um Pikachu dando tapas na cara de outro Pikachu. O que isso significa? “Pede pra sair!”

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Parece até estupro da minha máquina. Conversor de Vídeo rodando, três sites abertos, duas janelas do MSN, download de dois episódios de Heroes, episódio de Californication no Real Media Player, digitando texto no Word e gravador de DVD a 8X. Tudo ao mesmo tempo.

É nessas horas que lembro que preciso comprar um processador novo e algumas memórias extras.

Assim como aquele gato folgado, vamos a alguns motivos que me faze odiar esse dia maldito:

* acordar as 3h45, depois de dois das acordando pra lá do meio dia;

*Pegar trem com seres que nunca ouviram falar na palavra banho, no ato de escovar os dentes e que acha que qualquer desodorante Axe é um artigo de luxo;

*Encontrar aquele povo chato no serviço eu irá te encher o saco pelo resto da semana;

*Ficar longe do meu videogame, dos meus DVDs e das minhas séries;

*Terno e gravata;

*Gente desesperada, capaz de chutar barriga de grávida por um lugar sentado no trem.

*Saber que isso tudo vai acontecer no dia seguinte.

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Errata: odeio todo dia que tenha que fazer alguma das coisas acima.

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O pior é você ficar muito tempo sem usar e perceber, as4h30 da manhã (detalhe: atrasado) que esqueceu como se dá a porra de um nó de gravata.

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Tá, concordo: Sou um péssimo professor de videogame.

Fico desesperado ao ver a pessoa controlando o “hominho” de forma errada e levando tiro de todos os lados, sem revidar. E nessas horas eu grito, e muito.

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É muito legal você receber uma ligação de uma pessoa que você não vê faz tempo e passar uns bons 7 minutos conversando com ela.

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Sabe quando você fica querendo ficar com aquela menina faz um tempão e depois de muita luta você consegue, mas logo depois do primeiro beijo você percebe que nunca iria dar certo?

Então.

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Não é jabá, mas aqueles dois comerciais da Claro, com a música do Queen, são um dos melhores que já vi, na categoria “comerciais para celular”.

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Não adianta tentar adivinhar meu humor de hoje.

Uma dica: resfriado.

Quando comprei meu X Box 360, há algumas semanas, acabei comprando dois jogos: Halo 3 e F.E.A.R. Sobre o primeiro game nem é preciso falar nada, basta dizer que foi o maior lançamento do da história do entretenimento, ultrapassando até as maiores bilheterias do cinema, como Homem Aranha 2, A Vingança dos Sith e O Retorno do Rei.

O tempo foi passando e acabei comprando Guitar Hero 3 e Gears of Wars. Enquanto isso F.E.A.R. ficou lá, encostado. Sinceramente, se eu soubesse que era um jogo tão bom, eu não teria feito isso.

Você faz parte da F.E.A.R. (First Encounter Assault and Recon), força militar de elite encarregada de assuntos paranormais, e precisa acabar com um lunático comandante militar com poderes mentais, que assumiu o controle de um batalhão de soldados de elite. O milico despirocado procura por algo que o jogador terá oportunidade de descobrir ao longo do game. Isso envolve experiências militares e uma menininha em busca de vingança. Lembra de O Chamado? Parece que Sâmara saiu do filme e veio parar diretamente no game.

Mistério e suspense são as palavras-chave por trás do enredo. Os fatos são revelados em doses pequenas e em momentos cruciais – e, na maioria das vezes, as respostas dadas geram um número ainda maior de perguntas. No geral, é um daqueles jogos excelentes para jogar à noite, com todas as luzes apagadas e ninguém em casa, uma vez que alucinações que o personagem vê no jogo(vultos andando, flashes de gente morta, a tal da Samara etc), sussurros, lâmpadas que se apagam sozinhas e portas que se fecham sozinhas deixam o jogador confuso a respeito do que é real ou não. E com o respectivo cu na mão.

Realmente não é absurdo dizer que F.E.A.R. seria o resultado de um “encontro gamístico” entre Hideo Nakata, diretor do filme “O Chamado” (o original, por favor), e John Woo, graças à mistura de elementos do horror japonês com as inconfundíveis características de um bom FPS: tiros, sangue, armas legais, ficção etc.

O jogo foi lançado em 2005 para PC, porém somente no final de 2006 é que chegou ao 360. No ano de seu lançamento ele ganhou o Game Critics Awards, uma espécie de Oscar para os videogames, na categoria Jogo do Ano. Isso sempre significa uma coisa.

Alguém aí pensou em continuação?

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Ah, momento Glossário do Blog: FPS é a sigla para First Person Shooter, ou Tiro em Primeira Pessoa.

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Será que há estatísticas mostrando quantas pessoas se suicidaram assistindo ao Zorra Total?

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Depois de muitas marteladas no meu dedo, finalmente a reforma do meu quarto ta quase acabando.

É, eu disse quase.

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Sábado a noite. Sem nada pra fazer. Tédio.

Mantenham os objetos afiados e cortantes longe, por favor.

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Já ouviu falar numa série chamada The Sarah Connor Chronicles? A série que se passa entre os filmes Exterminador do Futuro 2 e 3 vai sair só no ano que vem nos EUA, mas o episódio piloto caiu na net há alguns meses e daí já sabe, isso só fez aumentar a ansiedade de assistir a série inteira.

A revista Entertainment Weekly acabou divulgando alguns pôsteres da série, contendo os principais personagens. Realmente, gostei muito do episódio piloto e posso garantir que essa série vai pra “listinha das coisas pra se baixar” em 2008.

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Perguntas que não querem calar (e que todo mundo que assiste séries faz pra si mesmo):

Por que ninguém diz tchau ao telefone?
Ao receber uma notícia bombástica, ou após ouvir a informação que queria, a pessoa vai e desliga o telefone na cara da outra. E acontece em qualquer série! Cadê a educação dessa gente?

Por que todo mundo sabe atirar?
Na vida real não deve ser fácil usar uma arma de fogo – na vida real. Na séries, qualquer um que pega num revólver já sai disparando como atirador profissional. Mas e a pontaria? E o coice da arma? E a recarga? Ah, se a gente fosse se apegar a esses detalhes…

Por que os pais têm quase a mesma idade de seus filhos?
É inacreditável! Isso rola direto em seriados tipo The O.C., mas não é apenas exclusividade deles. Em Lost, temos Locke e Anthony Cooper como exemplo.

Por que as pessoas sempre chegam no momento de cenas cruciais?
Quando alguém vai fazer alguma revelação ou confissão para outra pessoa sobre assassinato, traição, gravidez ou filho bastardo, pode esperar: vai aparecer uma outra pessoa do nada, daí rola a música de tensão, a frase To Be Continued (Heroes) e acaba o episódio. Não dá vontade de morrer?

Por que os assassinos sempre fazem um discurso antes de matar?
É só apertar o gatilho, cravar a espada ou empurrar a pessoa precipício abaixo. Mas não: o matador tem que dar um sermão – que, na verdade, é só para dar tempo do agente/policial/herói chegar e salvar a vítma. E o idiota acaba não matando ninguém.

E Você, tem alguma pergunta que não quer calar sobre as suas séries?

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Você já conseguiu imaginar como será as conseqüências que a greve dos roteiristas de Hollywood causará em Heroes e Lost?

O leitor notou algo de diferente no blog?

Uma dica: deixe suas caixinhas de som ligadas.

Os melhores:
A Vida de David Gale

Rejeitados pelo Diabo

Filhos da Esperança

Nacho Libre

Crash – No Limite

O pior:
Stay Alive – Jogo Mortal

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Videogame, filmes e cama. O dia inteiro.

Nada como um feriado logo após entregar o TCC.

Me recuso a falar mais. O título acima já fala por si.

As melhores partes da noite: encontrar amigos(as) que não vejo há um bom tempo e ouvir do cara da banca que não tinha palavras pra se expressar referente a criação.

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O excesso de álcool e salgadinho torcida também me impedem de ir mais além nessa noite. Fui.

Mais de 1/4 de século vivido, formado em publicidade e amante de games, música e pop!

Na estante

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