Imaginem a cena: você tá prestes a voltar com uma ex-namorada. Ta tudo muito bom, ta tudo muito bem, igual aquela música do Blitz. Só que de repente acontece algo que faz vocês se separarem.

O mundo é tomado por zumbis, que infestam o planeta e mantém os poucos humanos restantes presos em suas casas, fazendo você adiar seu momento romântico, afinal tem que lutar pela sobrevivência.

Sinceramente, tem sonhos que nem eu entendo.

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Outra cena: São quase três da manhã, e você encarna o (agora) 2º tenente Cae Skywalker, numa partida com 18 jogadores, todos brasileiros.

Aí a porta se abre e sua mãe reclama que você está descarregando sua síndrome de Tourette em altos decibéis.

Silêncio durante o jogo. A porta se fecha. Não demora nem 3 segundos e TODOS os jogadores estão tirando sarro da sua cara.

Enrrabada da mãe ecoando pelos headsets de todo o Brasil.

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A indústria dos videogames foi a que mais lucrou no ano passado, passando com folga a indústria musical e a do cinema como a que mais rendeu no ramo do entretenimento. Nada mal para esses “brinquedinhos de crianças”.

E é de se espantar que uma indústria desse porte invista em anúncios tão simples, criativos, funcionais e – claro – baratos.

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Encontrar com um amigo querido dá nisso. Enforcar um dia de academia (ta virando rotina) pra voltar junto pra casa de ônibus, pois demora mais.

Tudo isso pra botar o papo em dia, além de jogar no ônibus Need for Speed Carbon e Super Mario World no PSP.

Bombar pra que?

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