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Ó, aqui você não vai encontrar nada de interessante. Se quiser ler algo de minha autoria, você vai ler isso aqui.

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Lost na Globo. Sinal de dublagem péssima (Locke foi a pior), episódios editados – a palavra certa seria mutilados – e Rodrigo Santoro, num daqueles papeis tipo o-que-esse-personagem-traz-de-interessante-à-trama.

Ainda bem que já assisti a temporada há uns 6 meses atras.

Tá, chega, meu coração foi ao limite quando acabou o último episódio de Lost. Sério.

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Supermáquina. É como posso definir o meu computador agora. Com uma Geforce 8600 GTS e 2Gb de memória, que venha Crysis.

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Sabe aquela música que diz “Estou casando mais o grande amor da minha vida é você”?

Então.

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E aquela que diz “A amizade, nem mesmo a força do tempo irá destruir”?

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Definitivamente, as músicas que ilustram os momentos da sua vida não são aquelas que você gosta.

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Já faz mais de uma semana que expirou minha assinatura da Xbox Live.

Já faz mais de uma semana que estou subindo pelas paredes.

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Seinfeld e Will & Grace são, definitivamente, séries pra assistir a dois.

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Depois de bater o recorde no ano passado, com 13 livros lidos, começo a leitura em 2008 um pouco atrasado.

O livro da vez é Belas Maldições, de Neil Gaiman. Continuando nesse ritmo, se eu ler 4 nesse ano, já ta bom demais.

Você não vai encontrar nada de interessante aqui. Então leia isso, isso e isso. São lugares que acesso diariamente, então posso dizer que a procedência é de qualidade. Só não acesse isso.

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Pra dizer a verdade, aconteceu algo muito interessante hoje. Não posso dizer do que se trata, mas posso dizer que uma mensagem de texto pode mudar tudo.

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Oba! saiu o primeiro teaser de Gears of Wars 2, jogaço pro 360. Aproveitem.

Atendendo a pedidos.
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Onde será que vende?

Sabe o filme Austin Powers e o Homem com o Membro de Ouro? Lembra quando Austin focava implicando com o nosso eterno Kevin Arnold, que tinha uma puta verruga na cara. Austin não se controlava e ficava apontando e dizendo “verruuuuuuga”.

Todo o dia de manhã eu pego ônibus com uma mulher, e eu me controlo pra não fazer o mesmo que o espião bond cama faz no filme.

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Trabalhando no banco que nem parece banco, sempre aparece alguma pérola, daquelas que ficam na memória por muito tempo.

O cara me liga perguntando se dá pra esconder dois lançamentos no extrato dele. Digo que é impossível, que é uma regra estabelecida pelo Banco Central, que tudo que sai da conta tem que aparecer no extrato.

O cara então começa a chorar. Por curiosidade, dou uma olhada no extrato do cara. Quatrocentos paus num puteiro as 2 da matina mais cento e cinqüenta mangos só de goro. Ele me confirmou.

No mínimo a patroa dele pediu pra ele tirar um extrato e explicar o motivo daquela “hora extra” que ele deve ter dito pra ela.

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Homem fedido, tudo bem, até aceito – não sou de gostar de macho, cheiroso ou não -. Mas mulher fedida, aí é pedir pra forçar a barra.

E ainda a fubuzenta senta do meu lado pra trabalhar. Aquele cheiro de sovaco azedo na minha cara, o dia inteiro.

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Não adianta destruir um prato de feijoada depois de se matar na academia, já dizia o poeta.

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Você sabia que na cidade que eu moro tem um prédio? Nem eu.

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Sim, Devil May Cry 4 é um jogão, com golpes que deixaria Kratos com inveja. Combos que misturam golpes de espada, porrada e pipocos na cara do coitado. Sim o importante aqui é estragar o velório.

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De que adianta comprar uma guitarra pro 360 se não tem ninguém pra jogar comigo. Confissões de um gamer solitário.

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Eu já imaginava que isso poderia acontecer, mas não sabia que seria tão cedo.

House perde uma paciente logo no 10º episódio da 1ª temporada. Menos um ponto, doutor.

Devido a problemas com a conexão, não foi possível atualizar esse blog com a devida atenção.

Tô desculpado?

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Vou resumir a minha colação de grau com uma frase que um amigo meu disse/escreveu.

Colação de grau é o caralho, eu quero o meu emprego.

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A pergunta da semana foi a seguinte: por que eu não compro outro controle de 360?

Simples, porque não tenho ninguém pra jogar comigo. Talvez eu compre quando tiver alguém pra dividir essa árdua tarefa.

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Não é como uma final de copa do mundo, mas veja como foi a final de um campeonato mundial de Street Fighter III em 2004. Só faltava o Galvão narrando.

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Quer pagar quanto?

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Jogar fliperama é bom. Com amigos é melhor ainda.

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Está confuso com a trama de Gears of Wars? Acesse esse site e tire suas dúvidas.

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Pois é, falta do que fazer dá nisso. Um post sem nada que se aproveite.

Já pensou se esse tipo de produto volta a figurar durante os comerciais nacionais?

Palmas pro mercado nacional.

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-Essa músiquinha do Game Boy não sai da minha cabeça até hoje. E lá se vão 20 anos desde a primeira vez que vi o comercial.

-Você reparou que os cartuchos do Phantom System são quase do tamanho de uma caixa de DVD?

-Nunca imaginei que passei a minha vida inteira falando Atari com a pronúncia de forma errada.

-Killer Instinct. Eu queria matar alguém pra meter a mão naquela trilha sonora.

-E o comercial do Super Nintendo? Aqueles macacos seriam uma mensagem subliminar?

-E o Senninha? Pena que o comercial foi lançado depois de 2 anos de sua morte. Ficou um pouco de mau gosto.

Bons tempos aqueles.

Eu amo tudo que é relacionado ao terror. Livros, filmes, quadrinhos e tudo mais que engloba esse gênero fascinante. Inclusive games. Games principalmente. Desde que fui fisgado por Clock Tower, no SNES, eu tenho acompanhado esse tipo de jogo, que exagera nos pixels vermelhos na tela.

Com a constante evolução da tecnologia, fomos agraciados com os melhores jogos do gênero nos últimos anos, mas eu percebi uma tendência perturbadora no horizonte. Há algo de podre se desenvolvendo no submundo dos estúdios de games.

Vou simplificar o meu pensamento: O que James Bond e Samus Aran encontram de semelhante em 007 Goldeneye (N64) e Metroid Prime (Gamecube)? Caixas. Caixas grandes, pequenas, vazias e explosivas. Quando um RPG apresenta uma pacata vila na sua cena de abertura, tire as crianças e os cardíacos da sala, pois ela com certeza será atacada por um grupo de bárbaros peludos. E nos jogos de terror, quem foi o maldito arquiteto que decidiu que seriam necessárias três jóias colocadas em lugares distintos em uma mansão para abrir uma passagem secreta? Putaqueopariu, você é praticamente o exército de um homem só, capaz de acabar com hordas inimigas, mas possui dificuldade em abrir uma simples porta de compensado?

Isso já não é mais surpresa, já que os games são famosos por não possuir muita coerência em seus universos. Um dos maiores ícones dessa indústria bilionária é um encanador bigodudo e italiano que passa seus dias usando cogumelos para salvar a princesa do reino dos cogumelos de um exército de cogumelos. Como já disse, coerência não é o forte. E não precisa que seja, pois o importante é que o jogo seja divertido, certo? Certo.

Mas, se o assunto é clichês, um deles merece destaque: os zumbis. Inicialmente residindo em jogos de ação e tiro, eles ganharam crescente notoriedade ao longo dos anos. Mas de onde eles vieram? De onde surgiu essa fascinação por eles? O que há de tão especial neles? Perguntas aparentemente irrelevantes, mas de importância vital, como você verá a seguir, após os comerciais.

O início do fim
Os zumbis foram concebidos inicialmente como personagens coadjuvantes em games como Castlevania e Ghost´n Goblins, fazendo parte do exército dos vilões desses games e aparecendo em fases temáticas, como um cemitério. O primeiro game em que eles ganharam destaque foi em Zombies ate my Neighbors, do SNES. Depois foram usados como desculpa para burlar comitês de censura, como em Carmageddon. O game foi proibido, pois o objetivo era justamente atropelar pessoas inocentes, então alguém (talvez um estagiário) teve a feliz idéia de trocar os humanos por zumbis. Deu certo.

Talvez foi aí que começou o declínio dos mortos vivos. Depois de alguns anos, os zumbis se rebaixaram ainda mais, em Typing of the Dead, lançado para o Dremcast. Com um teclado, você deveria digitar coisas como “ortorrinolarigologista” ou levava uma mordida do zumbi. Infame, no mínimo.

Foram tempos difíceis aqueles, mas na segunda metade da década de 90 eles alcançaram o patamar de inimigos levados a sérios nos games, em games como House of the Dead e Resident Evil, esse último sendo considerado o alicerce dos zumbis nos games modernos.

Não mais sendo tratados como a escória dos games, esses camaradas nos ensinaram que mordidas podem ser mais eficazes que balas de 9mm e facadas, elevando seriamente o status dos zumbis como oponentes de verdade nos jogos. Nesse canto do ringue, um esquadrão policial bem equipado e fortemente armado. Do outro, uma criatura em decomposição com 32 dentes. Não é preciso ser gênio pra adivinhar quem venceria a luta.

E esse status é devidamente merecido. Zumbis são os inimigos perfeitos em um game, desbancando cogumelos, animais, aliens, vampiros e até os nazistas. Pra entender os motivos, é preciso estudar as características desses seres que um dia já foram gente.

Aula de anatomia – ou Zombie´s Anatomy
Pra inicio de conversa, zumbis querem te matar. Se você é um game designer, não precisa arrumar um motivo eles querem te matar e pronto. Antigamente eles queriam te matar pra se alimentar, mas evoluções recentes de zumbis (como os shibitos, zumbis japoneses do game Siren (PS2), por exemplo) nem sequer querem isso. Eles querem te matar e ponto final. Racionalismo, suborno e sentimentalismo barato não funcionam com essas criaturas.

Além disso, zumbis tem outro apelo: um dia eles já foram gente. E não adianta negar. Existe uma partezinha em você que adora atirar em pessoas. Mas isso é feio, mau e sua mãe não gosta. A alternativa natural, portanto, são os zumbis. Tem jeito de gente, comportam-se como gente, mas não o são. Você pode socar, chutar, atirar e cuspir neles, que nenhuma associação de proteção vai te processar por isso.

E quanto a anatomia? Bom, zumbis são resistentes. E persistentes também, mas chatos seria a palavra exata. Braços, pernas e órgãos internos são supérfluos para eles. Além disso, eles não sentem dor. Ou pelo menos não se importam com ela (não há estudos intensivos sobre o caso ainda). Então mutilações para eles não são nada. O que funciona? A cabeça. Acerte-a, arranque-a a lá se vai nosso amigo morto vivo pro saco. O que seria de um game de tiro sem os headshots?

E também zumbis são estúpidos. O máximo de estratégia que eles usam nas suas investidas carnívoras são ataques em grupos. Você não verá zumbis fazendo barricadas, emboscadas ou algo do gênero. E esse negócio deles andarem em grupos até que é legal, afinal é divertido descarregar um pente de metralhadora num grupo de pesso… digo, zumbis.

O fim propriamente dito
Os jogos mais modernos, no entanto, estão forçando a barra. Veja os zumbis de Siren (os tais shibitos, mas quem eles queriam enganar?): lá estava eu, lindo, leve e solto, quanto levo um tiro de um rifle sniper. Uatarréu? Zumbis franco atiradores? E não é só isso, o podre que me acertou através de uma cachoeira. EU tinha um rifle e mesmo assim não consegui acertar o infame.

ResidentE vil 4 elevou novamente os zumbis a um novo patamar. Agora chamado de Granados, o que antes costumava andar lentamente e dar mordidas agora é capaz de falar e manipular um arsenal gigantesco. Temos zumbis com facões, arremessando dinamites, com escudos, arco e flecha, metralhadoras gigantescas e tasers? TASERS, que porra é essa? Meu personagem não tinha um taser!

O que esperar agora de Resident Evil 5? Zumbis pilotando caças e resolvendo cubos mágicos? Ou talvez de jaleco branco, discutindo a teoria da relatividade e tomando chá? E o que foi aquela palhaçada de zumbis com serras elétricas? Zumbis não usam serras elétricas. Nós usamos serras elétricas neles.

É assim que funciona, a lei natural das coisas. Eles são mais resistentes aos ataques, mas nós temos o cérebro e a tecnologia a nosso favor. Até concordo que eles deixem de ser lerdos e desengonçados, e que não precisem mais de carne humana – contrariando o mestre George A. Romero – mas zumbis usando armas de fogo? Não isso é inaceitável. A raça humana tem o monopólio da tecnologia, diabos!

Os zumbis do game Call of Cthullu – Dark Corners of the Earth (PS2) também não são nem um pouco tímidos. Agora sendo chamados de fishermen – mas no fundo são zumbis – usam armas de fogo, pilotam veículos e formam equipes de ataque sem dificuldade. E a tendência é apenas piorar. Previsto para ser lançado ainda nesse semestre, o game de tiro Left 4 Dead (Xbox 360) tem como foco principal a inteligência de seus zumbis. Sinceramente, você deve concordar comigo que as palavras zumbi e inteligência não devem jamais, em hipótese alguma, serem usadas na mesma sentença sem que haja uma negação em algum lugar da frase.

E pra foder de vez, os zumbis estão sendo desvilanizados. Em Stubbs the Zombie (Xbox) você controla Edwards Stubblefield, que é – pelamordedeus, em que mundo vivemos? – um zumbi. Sua missão? Transformar quem cruzar o seu caminho em zumbi. Eventualmente você não só termina sua aventura de forma vitoriosa, transformando a Terra num planeta de mortos vivos, como conquista o coração da mocinha zumbi. Isso é errado, totalmente errado.

Esse aqui é o meu protesto. Se isso continuar assim, logo teremos esquadrões de zumbis melhores que o Bope, pilotando helicópteros, se comunicando por walkie talkie, matando o mocinho e terminando o jogo com a mocinha. E “vivendo” felizes pra sempre.

Medidas que tomadas durante a festa de aniversário de minha irmã: colocar uma vassoura atrás da porta e esconder a coleção de DVDs.

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Acabei a 1ª temporada de Dexter, e posso dizer que me surpreendi com o último episódio.

A próxima série da lista? House.

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Também to tendo trecos toda vez que assisto 24 Horas, que ta valendo cada centavo gasto no Box.

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Depois de muito tempo enrolando, finalmente entreguei a um amigo um texto sobre games para ele colocar em seu blog.

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A música mais depressiva que ouvi na minha vida na última semana: Cry For Everything Bad That’s Ever Happened, do Le Tigre.

Ah se arrependimento matasse…

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E a melhor cena do 2º episódio de Lost é justamente a primeira. A temporada começou bem, sempre me deixando com cara de ué a cada 10 minutos, mas a cena citada é uma das mais intrigantes já feitas. Se você assistir vai saber o porquê.

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E a nerdice continua. As vezes gosto de pesquisar técnicas de photoshop no youtube, pra pegar alguns tutoriais, essas coisas. Mas dessa vez achei a obra de um verdadeiro artista. Dezoito horas de trabalho resumidas em um vídeo de pouco mais de 6 minutos.

E eu aqui todo besta com a ilustração do Dragon Ball Z que fiz no Corel… que vergonha.

Dia 1: a ida
O dia nem começou e já dá sinais que vai dar merda. Após fazer as malas no dia anterior, a única camiseta boa que sobra pra ir trabalhar é uma que ganhei de natal. Uma camiseta que me fazia parecer, no mínimo, gay. A opinião não foi só minha, já que metade das pessoas que trabalhavam comigo compartilhavam da mesma opinião.

De volta pra casa, ainda levei um tempo reabastecendo o iPod com músicas de qualidade e colocando na bagagem o saudoso Play 2 e a Rolling Stone do mês, que ainda não tive tempo de apreciar com a atenção merecida.

Na estrada, nada de ruim. Trânsito fluindo e em pouco tempo já estávamos no litoral. Um calor do caralho e uma noite abafada eram o sinal de que não seria tão bom ter viajado. Pelo menos eu tinha minhas coisas e não morreria de tédio. Assim pensava eu.

Dia 2: a praia
Acordo cedo. Família querendo ir pra praia é assim: todos com pressa, porque senão o mar evapora. Tudo culpa do aquecimento global, é claro. Pego o iPod, entro no carro e seguimos rumo ao nosso destino.

Sento na areia e logo eu começo ter minhas crises de abstinência. Em cinco minutos já imagino como seria legal ter um cenário de praia em Call of Duty 4. Dez minutos depois, já tenho a fase inteira na minha mente. Aí o meu alter ego se agacha, pega o seu rifle sniper, mira na cabeça de um banhista desavisado e BUM! Tá lá mais um corpo estendido no chão.

Não agüento e vou dar uma volta. Começo a imaginar como Tom Hanks conseguiu viver por mais de 5 anos tendo apenas uma bola de vôlei pra conversar. Não sei o que seria pior: a bola ou a praia.

Em casa, a decepção. A TV, um pouco velha até para os padrões mais baixos, simplesmente não tem entradas para o videogame, que nem foi tirado da mochila.
Minha principal fonte de diversão no carnaval foi pro saco.

À noite, mais merda. Vai lá, toda a família curtir o carnaval na praia. E eu junto. Daí uma mulher joga em mim um daqueles sprays de espuma.

O sangue ferve. Logo imagino uma cena digna de Jogos Mortais e O Albergue. Eu enfiando o spray na garganta dela até a espuma sair pelos ouvidos, nariz e pelo cu. Já me vejo soltando um “enfia essa porra de spray no cu, caralho!”, mas minha mãe tava do meu lado. Ainda sou um bom menino.

-Desculpa gatinho.

– Tudo bem – falo com um sorriso sem graça.

A noite terminou com um encontro com primos que não via há alguns anos, inclusive um playboy que nem eu conhecia, jogando Banco Imobiliário. Diversão de velho, concordo, mas foi a melhor coisa que aconteceu no dia.

Dia 3: a outra praia.
No dia seguinte, mais praia. Uma nova, mais longe. No caminho, começo a reconhecer um pouco o local e lembro que estive por lá há uns 6 anos, com uma namorada, pra visitar um grande amigo meu. Se eu lembrasse de mais detalhes, talvez eu faria até uma visitinha a ele.

Na praia, fico sentado olhando para o mar, como um zumbi. Logo me vem a mente aquela cena de Impacto Profundo. Não dá nem cinco minutos e já imagino um puta meteoro caindo na água e levantando uma onda de centenas de metros, engolindo todos, inclusive eu. Olho para os lados e começo a imaginar coisas como até onde a onda chegaria, o número de mortos, a velocidade dela e se o mundo acabaria.

Levanto a cabeça e vejo um aviãozinho passar, com aquelas faixas publicitárias na cauda. Começo a imaginar que aquele é o vôo 815 da Oceanic, prestes a cair numa ilha deserta no pacífico, e fico torcendo para que ele se arrebente num rochedo próximo, mas pra minha infelicidade isso não ocorre.

À noite, mais carnaval na praia. Eu tava num lugar alto, com o iPod lutando para me privar de músicas com gosto duvidoso, e dava pra ver aquele mar de gente lá embaixo. Fico imaginando em quanto tempo a epidemia mostrada em Extermínio levaria pra exterminar todos lá embaixo. Já estava até vendo a cena: um indivíduo, com uma fúria mortal, atacaria uma pessoa; essa pessoa atacaria mais outra e assim por diante. Isso acabaria com as pessoas da praia, e acabaria com o carnaval também.

Depois, boliche com primos que não via há alguns anos, inclusive o playboy. E mais Banco Imobiliário.

Dia 4: a volta
Depois de uma noite com minha mãe roncando na minha orelha, acordo só. Todos, claro, foram pra praia. Aproveito e já arrumo minha mala, tomo água de coco e fico sentado na varanda, ouvindo música.

Na estrada, assim como a ida, nada de anormal. Transito legal e rapidamente chegamos em casa. Nem desfaço as malas, já vou direto pra uma partidinha de Call of Duty 4, dar uma lida nos blogs alheios e responder os e-mails. Enfim, de volta a civilização.

Dia 5: em casa
Finalmente. Aproveito o que restou do carnaval do jeito que queria. Muito videogame, música, uma mini maratona de 24 Horas, Dexter e a nova temporada de Lost.

Pena que não deu pra fazer só isso durante todo o carnaval.

Mais de 1/4 de século vivido, formado em publicidade e amante de games, música e pop!

Na estante

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