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Fato: nos últimos 4 meses ingeri mais cerveja, destilados e derivados do que em toda minha vida. alguém aí disse cirrose?

 

Mas não dizem que o copo nunca está meio vazio, mas sempre meio cheio?

Ao contrário do que as críticas dizem, o novo filme de M. Night Shyamalan não é uma bosta perda de tempo total.

 

Basta você tirar os diálogos fuleiros, interpretações mínimas e personagens tão profundos quanto um prato raso e manter a história principal, as boas cenas de morte e violência e a Zooey Deschanel que dá pra asssitir o filme numa boa.

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Trailers de hoje que me farão gastar mais com cinema do que o habitual: Arquivo X 2, Juíso Juízo Final, Wall-E e O Procurado.

 

O desgosto broxante mesmo foi durante o trailer do novo filme do Didi. O horror, o horror…

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Não que eu não goste de trem. Até assumo que é o melhor meio de transporte de casa até o trabalho. O que me dá nojo são os animais com quem eu sou obrigado a andar todos os dias.

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Ninja Gainden II começou a me dar gastrite e uma crise de nervos. A solução é reiniciar o jogo, agora em uma dificuldade mais fácil.

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Até agora, o melhor episódio de Seinfeld que já (re)assisti nessas 4 temporadas: The Contest, em que os personagens apostam para descobrir quem é “o senhor de seu domínio”.

 

Se você já assistiu a meia dúzia de filmes de terror, então você sabe o que é uma morte clichê. É aquela que é irritantemente recorrente e até dói ver aquilo novamente.

 

 

Sem ter o que fazer, andei pesquisando na net e achei o site Horror Movies, que listou os dez tipinhos com morte certa nos filmes de terror. Com uma tradução porca, reproduzi a lista abaixo.

 

 

10º – Detetive em sua última missão
Cuidado com este personagem grisalho. Se ele mencionar qualquer coisa sobre se aposentar e se mudar para a cidade grande, praia ou para as montanhas, você sabe que seu prazo de vida é muito pequeno. Roteiristas adoram cortar esses caras um pouco antes de aproveitar a tão almejada aposentadoria.

 

 

09º – O Piadista
Esse cara passa metade do filme fazendo piadas sobre morte ou aterrorizando os outros, na outra metade ele não está mais lá.Porque foi morto.

 

 

08º – Hippies Maconheiros
Esses personagens absolutamente descartáveis servem apenas como alívio cômico além de acrescentar um pouco mais de sangue no filme. Por quebrar um dos pecados capitais da moralidade, eles efetivamente selam sua destruição.

 

 

07º – O bêbado com uma garrafa no saco de papel
Quando você vê um bêbado cambaleante falando sozinho, você pode apostar seu rim que ele vai ouvir alguma coisa, olhar para a garrafa, jogar ela longe, e ser morto ou andar para cima do assassino em descrédito, olhar para seu rosto com aquele jeito idiota e ser morto.

 

 

06º – O macho falastrão espertinho
Esses caras pensam que músculos e observações idiotas vão salvar suas bundas, mas vão apenas levá-los para a mão do maníaco.

 

 

05º – O policial/Falso herói para o resgate
Este sempre foi um clichê doído para mim. Você pensa que eles estão chegando para salvar o dia, mas eles acabam chegando apenas para serem trucidados como qualquer outro pelo vilão.

 

 

04º – O Negro
Pode parecer preconceito de nossa parte, mas ao mesmo tempo que você vê um negro no elenco, você sabe que seu tempo na tela é limitado. Mas esse clichê está caindo em desuso a medida que mais e mais roteiristas estão escolhendo poupar estes personagens. Ainda bem.

 

 

03º – O mentor (aquele que sabe tudo)
Pode parecer doentio quando você vê esse personagem partir, mas você sabe que é necessário. Sua morte é normalmente essencial para o arco de personagens. Quando o mentor é removido é que o verdadeiro herói pode ascender.

 

 

02º – A garota estúpida com os peitões
Esse é tão óbvio que usá-lo numa lista sobre clichês já é um clichê. Ela normalmente é pertubada e burra, mas é gostosa. você não consegue esperar para vê-la morrer e você tem a esperança que ela perca a roupa no processo. Também pode esperar que ela tropece/perca um sapato/bota numa árvore enquanto foge do assassino com os peitos em movimento. Um doce para os olhos puramente descartável.

 

 

01º – Os adolescentes fazendo sexo
Quebrando o pecado moral mais perigoso de todos, adolescentes tarados são trucidados durante o tempo, novamente, de novo e de novo, é o maior clichê de todos. Isso nos ensina sobre os riscos do sexo antes do casamento. 

 

 

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Menção Honrosa: O gordinho. Ah, tem que ter um gordinho. Filme de terror sem um gordinho não é filme. E ele sempre morre.

 

 

Falar que Ninja Gaiden II já nasceu um clássico é um puta clichê, mas falar que a Angelina Jolie é gostosa bonita também é. O jogo feito pelo produtor, beberrão, mulherengo, metido e pervertido Tomonobu Itagaki e seu estúdio Team Ninja não alcançou esse status a toa, pois o game é “apenas” a seqüência de um dos melhores jogos do antigo Xbox. Nada mais justo.

 

Então comecei a jogar. E logo me tornei escavo sexual de Tomonobu Itagaki. Cada confronto com o mais simples inimigo pode ser fatal. Nada adiantava. Eu cortava o inimigo e, mesmo sem as pernas e com apenas um braço, lá estava o infame tentando ainda tirar uma lasquinha minha. E no meio dessa zona toda estava eu, perante a 579ª tela de Game Over, pedindo mais. “Por favor, não pare. Bata mais forte”.

 

Para completar, o jogo deve ter as lutas contra os chefes mais apelões e difíceis da curta história do Xbox 360, que quase me fizeram tacar o controle com tudo na parede. Coisa que o bom senso me impediu logo em seguida. Chega a ter horas que o jogo parece até um RPG e ainda faltava você subir uns 50 níveis de experiência pra passar do maldito chefe de fase. “Mais forte, senhor Itagaki, por favor”.

 

Pra quem dizia que God of War era difícil, uma dica: ainda não viram nada

 

 

 

Já ouvi falar de todo o tipo de dor, sendo que algumas até já foram sentidas por esse quem vos escreve. Dor de cabeça, dor no saco, dor de corno, dor de cotovelo, dor no pau, dor de barriga, dor no dedo mindinho do pé direito. Mas dor de sexo é a primeira vez.

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A idéia interessante de um podcast pop com alguns bons amigos não me sai da cabeça desde um recente bate papo por MSN. Mais notícias em breve.

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Incrível como até o iTunes pode nos surpreender. Colocado em modo random, passo os dias ouvido o bom e velho rock. Desde o black metal do Demonoid, passando pelo gothic metal (impossível citar uma banda só), indo até o death do Arch Enemy e o psychobilly do Horror Pops, com paradas no pop do The Sounds e Le Tigre.

Claro, tenho de tudo um pouco. Hardcore, punk, praticamente todas as vertentes e ramificações do rock. Até um pouco de eletrônico. Jazz e Blues (pouquíssima coisa). Country? Só Jhonny Cash, mas ta bom demais. Tenho até alguns mela-cuecas dos anos 80. Muita coisa, quase 30Gb em MP3s.

Mas ainda me espanto quando, após uma seleção matadora de umas 10, 12 músicas na seqüência, sou pego de surpresa com o iTunes tocando o rap de quinta categoria do 50 Cent. Assustado, corro na pasta onde está o arquivo e dou um Shift + Del no infeliz.

Ainda me surpreendo com o tipo de música que fica armazenada por anos a fio no computador, só esperando uma oportunidade de fazer sangrar os ouvidos alheios.

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Eu ainda acho o termo “viciado” um tanto pejorativo. Viciado é aquele cara que não consegue largar a dependência de drogas ilícitas e outros males, mas mesmo assim essa notícia tem certa relevância para quem acompanha de longe, assim como eu, o mundo dos games.

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Mais uma vez o querido Boca do Inferno publica um ótimo artigo, agora dissecando a vida e obra de John Kramer. Não sabe quem é? Então vá para uma locadora.

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Finalmente pus as mãos na 4ª temporada de Seinfeld. Mais uma semana feliz, dormindo com um puta sorriso na cara.

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Mais séries:

* Kingdom Hospital é muito louca, no sentido mais literal possível. Claro, uma série de terror que tem o tamanduá mais monstruoso que já vi na vida, um corvo e um cachorro falante, além de uma menininha que mais parece aquela menininha de O Chamado e um casal de retardados só pode ter sido produzida por alguém que deve ter cheirado todas. Nesse caso, Stephen King.

Mas vamos lá, vamos dar uma chance pra mini série. Afinal não passei do episódio piloto ainda.

* O final da 3ª temporada de Grey´s Anatomy nas palavras de Galvão Bueno: Haaaaaaaaja coração!

* O mesmo vale para a 2ª temporada de 24 Horas. Brazilzilzilzil.

Pra quem vem aqui pela primeira vez, seja bem vindo. Pra quem veio pra cá por intermédio de meu antigo espaço vitual, seja bem vindo também.

Ainda estou tomando no cú aprendendo as ferramentas básicas do WordPress, que é muito diferente do Blogger, mas ainda chego lá. Enquanto isso, aproveite o novo endereço. Você já é de casa.

Essa é pra quem é fã de Grey´s Anatomy e House. Não precisa agradecer.

Grey´s Anatomy


House

 

“Conta a Balada de Leithian que Beren chegou trôpego a Doriath, grisalho e encurvado, como por muitos anos de sofrimento, tal havia sido seu tormento na viagem. Entretanto, perambulando no verão pelos bosques de Neldoreth, ele deparou-se com Lúthien, filha de Thingol e Melian, a certa hora da noite antes do nascer da Lua, quando ela dançava na relva perene nas clareiras junto ao Esgalduin. Nesse instante, toda a lembrança de sua dor abandonou Beren, e ele foi dominado pelo encantamento, pois Lúthien era a mais bela de todos os Filhos de Ilúvatar. Azuis eram seus trajes como o firmamento sem nuvens, mas seus olhos eram cinzentos como a noite estrelada; seu manto era bordado com flores douradas, mas seus cabelos eram escuros como as sombras do crepúsculo. Como a luz sobre as folhas das árvores, como a voz de águas cristalinas, como as estrelas acima das névoas do mundo, tal era sua glória e sua beleza. E em seu rosto havia um brilho esplendoroso.

No entanto, ela desapareceu de sua vista. E Beren ficou mudo, como alguém dominado por algum encantamento. E muito tempo perambulou nos bosques à sua procura, arisco e selvagem como um animal. Em seu coração, ele a chamava de Tinúviel, que significa Rouxinol, filha do crepúsculo, no idioma dos élfos-cinzentos, pois não conhecia outro nome para ela. E a via de longe, como folhas ao vento no outono; e, no inverno, como uma estrela no alto de uma colina; mas uma corrente prendia as pernas dele.

Chegou uma época, perto do amanhecer, na véspera do início da primavera, em que Lúthien estava dançando numa colina verde. De repente, ela começou a cantar. Era um canto agudo, penetrante, como o canto da cotovia, que se ergue dos portões da noite e solta a voz entre as estrelas agonizantes, vendo o Sol por trás das muralhas do mundo. E a canção de Lúthien soltou as algemas do inverno; e as águas congeladas falaram; e flores brotavam da terra fria em que seus pés haviam passado.

Então, o encantamento do silêncio foi desfeito, e Beren a chamou, gritand Tinúviel. E os bosques repetiram seu nome. Ela então parou, admirada, e não mais fugiu. E Beren veio até onde ela estava. Contudo, no instante em que o contemplou, o destino a dominou e ela o amou (…)”

O Silmarillion, pg 207

Ingredientes

1 Shopping Center

1 loja da Americanas

1 livraria

1 cinema

2 lanchonetes

1 cinema

Modo de preparo

Vá a um shopping qualquer (como eu não sei, apenas vá). Ao chegar, vá primeiramente ao cinema e já deixe reservado o seu ingresso para o filme do Indiana Jones.

Aproveite a oportunidade para ir numa loja das Americanas e aproveite para completar sua coleção de DVDs do Tarantino. Após isso vá para a praça de alimentação e com R$ 15 coma no Burguer King.

Depois compareça em uma livraria e compre um livro para passar o tempo (Zíbia Gasparetto não conta). O livro da vez foi Rota 66: a história da polícia que mata, do jornalista Caco Barcelos.

Fazendo isso ainda sobre cerca de 45 minutos para o filme começar. Aproveite para encher o tanque. Com 8 pratas você toma um puta choppe de 700ml e com mais 6 mangos toma outro de 500ml, só que escuro.

Agora é só ir assistir o filme. Sirva a gosto. A receita rende para uma pessoa apenas. Repita a receita pelo menos duas vezes por mês, trocando apenas o filme e o livro.

Caraca, faz quase uma semana que não escrevo nada. E aí, saudades?

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Pela longa estrada da vida, vou correndo e não posso parar. E no caminho aproveito para comprar uns DVDs.

A seção que mais visito nos sites de vendas é a de filmes de terror. Agora imagina minha cara de espanto quando dou de cara com um filme chamado The Bibleman Adventure, com um herói capenga segurando uma espada que mais parece um sabre de luz na capa.

E eu que imaginava que já tinham feito bagaceiras de tudo quanto era tipo. Sinta só o naipe do filme por um trecho da resenha e chore:

A única chance que o Bibleman tem para sobreviver se apóia nos ombros dos seus aliados mais confiáveis: Cypher e Biblegirl. Somente se unindo eles podem defender a cidade do plano maligno de Drool e vencer a sua intenção maldosa de afastar cada pessoa que crê, da sua fé.

E aí, sentiu o drama?

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Você percebe que tudo mudou quando abre o armário de seu banheiro e dá de cara com uma segunda escova de dente, em tamanho proporcional ao dela.

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Há uma pequena matéria na Super Interessante esse mês. Na página 37 há a pergunta Quem matou mais: Deus ou o Diabo?

Resposta: o Todo Poderoso é responsável por exatas 2.270.365 mortes, sem contar o dilúvio, enquanto o Coisa Ruim marcou apenas 10 pontos. Ótima pergunta para se fazer a um evangélico xiita, só pra ouvir sua justificativa.

Foi o que eu fiz. E ouvi um “Deus não mata, ele permite que a pessoa morra”. Ah tá, tá explicado então.

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Outra asneira que eu ouvi recentemente foi “tem música gospel pra Rock Band”.

“Tem”, foi a resposta. “Tem pra você, pro seu pai, sua mãe, sua irmã…”

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Sabe aquele filme ruim que amamos odiar? Então, alguém aí sabe onde eu encontro o DVD de Mortal Kombat? Mas tem que ser o primeiro, por favor.

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Lá se foram 43 dias, um save que beira 75% do game concluído e com 35 horas de jogo, mas agora GTA IV pode ir pra prateleira dos jogos-já-salvos.

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Sei que é nerdice extrema, mas não pude me conter e acabei comprando o Guinness World Records Games 2008. Leitura de qualidade, acima de tudo.

E não me venham com Camões pra cima de mim!

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E aí, essa porra chega ou não chega nos 10 mil acessos?

Mais de 1/4 de século vivido, formado em publicidade e amante de games, música e pop!

Na estante

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