Falar que Ninja Gaiden II já nasceu um clássico é um puta clichê, mas falar que a Angelina Jolie é gostosa bonita também é. O jogo feito pelo produtor, beberrão, mulherengo, metido e pervertido Tomonobu Itagaki e seu estúdio Team Ninja não alcançou esse status a toa, pois o game é “apenas” a seqüência de um dos melhores jogos do antigo Xbox. Nada mais justo.

 

Então comecei a jogar. E logo me tornei escavo sexual de Tomonobu Itagaki. Cada confronto com o mais simples inimigo pode ser fatal. Nada adiantava. Eu cortava o inimigo e, mesmo sem as pernas e com apenas um braço, lá estava o infame tentando ainda tirar uma lasquinha minha. E no meio dessa zona toda estava eu, perante a 579ª tela de Game Over, pedindo mais. “Por favor, não pare. Bata mais forte”.

 

Para completar, o jogo deve ter as lutas contra os chefes mais apelões e difíceis da curta história do Xbox 360, que quase me fizeram tacar o controle com tudo na parede. Coisa que o bom senso me impediu logo em seguida. Chega a ter horas que o jogo parece até um RPG e ainda faltava você subir uns 50 níveis de experiência pra passar do maldito chefe de fase. “Mais forte, senhor Itagaki, por favor”.

 

Pra quem dizia que God of War era difícil, uma dica: ainda não viram nada