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A regra é clara: Ouça um trecho de uma música e foda queime seus neurônios tentando descobrir de que jogo ela faz parte. Fiz 21 pontos, fora aqueles em que o nome do jogo tava na ponta da língua mas eu não me lembrava.

A resposta virá assim que eu tiver a boa vontade de publicá-la.

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Acordar cedo. Dois ônibus e sete viagens de trem. Gente feia e mal educada. Djs de trem. O ditado “só podia ser preto” fazendo sentido todos os dias.

Não faz nem uma semana e já voltei a ter nojo disso tudo.

Caralho. Muito foda o show. Pronto, falei.

Uma loira alta, olhos azuis, bonita, gostosa, inteligente, divertida e solteira há meses, por algum milagre que não compreendemos, está a fim de você. Você, baixinho, feio e cabeçudo acaba recusando essa oportunidade única e divina por algum motivo que nós, seres pensantes com a cabeça de baixo, também não compreendemos.

O que nos resta? Zoarmos com essa pessoa com todos os impropérios que nossa língua portuguesa possui, sempre terminando com a máxima de “o raio nunca cairá no mesmo lugar”.

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Uma imagem que diz tudo sobre o que eu tô achando sobre o horário eleitoral desse ano. Se já encontramos candidatos toscos na cidade de São Paulo, imagina aqui onde moro, no meio do nada?

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Que tal um videozinho grotesco para animar sua vida? O site Game Cinema HD publicou uma seqüência do jogo Dead Space (PC/Xbox 360/PS3) que mostra o encontro do engenheiro Isaac Clarke (homenagem aos escritores de Sci Fi Isaac Asimov e Arthur C. Clarke, mas quem quer saber?) com uma das criaturas que habitam a nave Ishimura.

Trata-se de um combate com um dos vários inimigos do jogo que nos fará agradecer aos céus por existir fraldões geriátricos, e a cena tem um desfecho do tipo que os fãs de terror devem aplaudir em pé.

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Não acredito em que eu tô ouvindo ultimamente. O problema é que não consigo parar de ouvir no iTunes minha pastinha com músicas dos anos 80. Sinal do apocalipse? Talvez sim.

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A sueca Jenni Källberg seria apenas uma linda garota comum, se não fosse por uma agradável surpresa: a menina é louca por videogames. Até aí tudo bem, tem muita mulher bonita que nem ela que também é, mas ela ganha alguns pontinhos a mais nessa história.

Artista de mão cheia, ela possui um site cheio de ilustrações que ela faz sobre os mais diversos games. E tem de tudo, desde ilustrações digitais, passando por pintura a óleo e giz de cera e até arte em videogames. Eu queria ter um Xbox 360 igual ao dela.

Outra área legal do site são os cosplayers que ela mesma produz, onde ela se veste como as grandes musas dos games, como Samus Aran e Princesa Peach. Será que ela conhece o Mario?

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Para minha surpresa, Hank Moody e Dexter Morgan estrearam no Rapidshare e no Megaupload mais cedo que o previsto, mas já foram devidamente armazenados em meu HD. Noites felizes.

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Confirmado: após um caloroso debate com amigos do banco que nem parece banco, chegamos ao veredicto: aquela amiga da minha amiga não é mesmo uma atriz pornô. A decisão foi tomada após um tira-teima, comparando fotos e percebendo que uma tinha os dotes com muitos mililitros a mais que a outra.

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Mais arte. Michael Paulus, artista plástico americano, um dia estava assistindo a um desenho animado e pensou em como os personagens são distorcidos e deformados em comparação ao ser humano em que eles se derivam.

Pensando nisso, ele lançou uma coleção inusitada, mostrando como seria o esqueleto desses personagens, que as vezes possuem olhos que ocupam metade da cabeça e mãos com 4 dedos. O site do cara é aqui.

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E Ensaio Sobre a Cegueira está aí, num cinema perto de você. O que você está fazendo aí na frente do computador?

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Depois de muito procurar, encontrei uma tirinha que eu li há muito tempo, homenageando o canastrão-mor das séries de TV: Horatio Caine, de CSI Miami, com suas famosas frases de efeito.

Agora pra homenagem ter sentido, você deve imaginar Roger Daltrey gritando “Yeeeeeaaaahhhhhh” depois de cada quadrinho. Clique na imagem para ampliar.

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Você já deve se ter perguntado, ao menos uma vez na vida, o que aconteceu com os atores da saudosa Anos Incríveis?

Jogos comprados: 02

Livros comprados: 0

DVDs comprados: 0

Carros comprados: 01

Temporadas compradas/baixadas: 06

Temporadas assistidas: 04

Cds baixados: 15

Pontos no Gamescore: 1855

Dias viajando: 03

Km rodados: 1639

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Sabe aquela sensação de que uma amiga de uma amiga sua é a cara de uma famosa atriz pornô? Tão parecidas que até seus nomes são semelhantes? Então.

16 de Setembro
House (5ª Temporada)

18 de Setembro
Smallville (8ª Temporada)

22 de Setembro
The Big Bang Theory (2ª Temporada)
CSI: Miami (7ª Temporada)
Heroes (3ª Temporada)

25 de Setembro
Grey´s Anatomy (5ª Temporada)

28 de Setembro
Dexter (3ª Temporada)
Californication (2ª Temporada)

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Cortesia do amigo Victor. E agora eu faço a mesma pergunta que ele: Olha os números de candidaturas em São Paulo, imagina quantos “Lauros Rodrigues” não existem entre estes?

O auge da premiação publicitária ocorre uma vez por ano em Cannes, onde os melhores da propaganda mundial são premiados nas categorias bronze, prata e ouro. O ganhador de “melhor campanha integrada”, que significa uma campanha integrada de várias ações, foi o case Believe, do jogo Halo 3, feito pela agência MaCann Erickson de São Francisco.
 
O vídeo abaixo é uma narrativa de todo processo da campanha, e vale muito a pena ser visto. O vídeo começa com a seguinte constatação: “Nos foi pedido, que as pessoas que não gostavam de Halo, não davam importância para o Halo ou não conheciam o Halo, comprassem o Halo 3. (…) Então nós mudamos a pergunta “Como você vende um videogame?”para “Como você honra um herói?”.

A partir dessa pergunta, foi criado um museu fictício, intitulado Museum of Humanity, para homenagear os combatentes da batalha de Halo 3 e celebrar a vitória da raça humana que escapou de sua dizimação. A principal peça do museu é uma maquete de absurdos 365 metros quadrados que reproduz o campo de batalha, e o comercial para televisão e cinema foi produzido com imagens dessa maquete.

O próximo passo foi disponibilizar um tour virtual sobre a maquete no site oficial, como se o visitante estivesse bem no meio da batalha. É um tour fantástico, maravilhoso mesmo, onde você comanda a câmera através do mouse ou do teclado, e pode tirar fotos enquanto fica boquiaberto. Ao passar por inimigos, armas e combatentes, o vídeo te dá a opção de aprender sobre o que é mostrado na imagem.
 
Sabe aqueles vídeos de testemunhais dos veteranos da Segunda Guerra? Também é possível aprender fatos sobre os inimigos e os combates através de depoimentos dos soldados que participaram da guerra de Halo 3. Os veteranos descreviam como eram os combates, quais eram suas funções no campo de batalha e como Master Chief era um líder que nunca perdia as esperanças. São vídeos fantásticos, carregados de emoção e extremamente bem produzidos, chega um momento que você até acredita no inferno pelo qual os soldados devem ter passado.

Um mini documentário foi produzido falando sobre a construção do monumento exposto no museu, para dar um ar mais real ainda à campanha. O documentário mostra como todos os soldados envolvidos na batalha haviam tido seus rostos digitalmente scanneados, através de dados armazenados do governo, e como os bonecos dos inimigos foram moldados através dos cadáveres achados no campo de batalha. Também é mostrado que o cenário da maquete foi inteiramente desenvolvido em cima de plantas das estruturas reais que foram destruídos durante a guerra. A narrativa é extremamente verossímil e emocionante.

Depois disso, as pessoas passaram a ver Halo 3 não apenas como um jogo, mas sim como uma história onde havia ação, emoção e batalhas intensas pela sobrevivência humana, e Master Chief era o grande herói por trás de tudo isso. Para homenagear o herói, foram espalhadas diversas ações por várias cidades do mundo. Uma exposição fotográfica sobre a guerra, disponível no site e em algumas localidades onde era possível ver pessoalmente murais em paredes de ruas, placas comemorativas, selos de correspondência, tudo para homenagear Master Chief.

O mostruário de fotografias online conta a história de Jake Courage (2503-2552), um fotógrafo de guerra que documentou as imagens que percorreram vários lugares do mundo contanto a guerra de Halo 3, e também mostra as últimas imagens do herói Master Chief. Eu até poderia colocar algumas imagens aqui, mas é muito melhor ver no próprio site da exposição.

Pessoas que nem conheciam o jogo estavam comentando a respeito, e outras pessoas começaram a fazer seus próprios monumentos em homenagem ao herói. Halo 3 teve o maior número de pré-vendas já registrado até então, e no seu primeiro dia de vendas alcançou U$170 milhões, ultrapassando campeões de bilheteria como Spider-Man 3, fato que na época, colocou o jogo como sendo o maior lançamento na indústria do entretenimento, não somente no setor de videogames (esse título pertence atualmente ao GTA IV).
 
“Halo 3 havia se tornado mais do que um jogo. Ele se tornou um fenômeno cultural mundial. Tudo que as pessoas precisavam fazer era acreditar”.

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Mas nem tudo no mundo da publicidade é festa. Nada como mostrar a tecnologia de ponta que os aparelhos eletrônicos têm a oferecer, como fazer um comercial onde eles falam.
 
Para expressar a fala dos aparelhos, eles abrem e fecham seus drivers e piscam suas luzes no ritmo da fala. Tem até um Xbox 360 conversando, piscando suas três luzes vermelhas e tudo mais. Só que esqueceram de avisar a produtora de vídeo que quando o videogame acende essas tais luzes, isso significa que há algo de errado com o aparelho. De fato, quando o Xbox 360 queima de vez, somente as três luzes vermelhas é que ficam acesas.


A publicidade impressa também tem a sua vez. Nessas horas alguém TINHA que aparecer lá com a revista na mão e falar “Oi cara, tudo bem? Eu queria jogar esse joguinho que o menino da propaganda está jogando no meu Xbox 360 que nem ele, você pode ir pegar pra mim por favor? Obrigado”. Ou será que isso é algum aviso subliminar de que Metal Gear 4 irá sair pro Xbox 360?

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E pra quem ainda não acredita que o mercado de games no Brasil ta indo pra frente, essa notícia talvez cale os chatos de plantão.

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Pra fechar, essa vai para os tarados de plantão: o famoso vídeo da Chun Li, no longa animado do Street Fighter.

É oficial. Agora sou padrinho, com a graça de deus, seja lá o que isso signifique. Impossível foi não lembrar de uma cena do filme O Poderoso Chefão, quando Michael Corleone batiza seu afilhado, com cenas entrecortadas de vários assassinatos que ele mandou executar.

Essa madrugada eu vi uma barata na parede do meu quarto. Quem me conhece bem sabe o pavor que tenho desses insetos. Após passar uma noite desconfortável no sofá da sala, acabei descobrindo de onde veio a maldita: de um velho baú mofado no meu quarto.

Naquele baú havia uma parte da história do jornalismo de games brasileiro. Entre edições de quadrinhos da Marvel (saga Massacre, principalmente), edições do jornal publicitário Meio & Mensagem e da revista Sci Fi News estavam cerca de 400 revistas de videogame, num período que abrange de 1991 a 2001. Ação Games, Super Game Power, Nintendo Word e Gamers foram as maiores revistas da década passada, revista que este que lhes fala comprava sempre, chegando a comprar as 4 edições juntas nos tempos mais prósperos.

O problema é que as revistas, acumuladas por tanto tempo em um baú num canto escuro do quarto, mofaram. Pra falar a verdade elas já haviam mofado e embolorado há anos, só que também fazia anos que eu não as folheava. Só havia algo a ser feito: lixo.

Antes de me desfazer de uma parte da minha infância e adolescência, nada mais justo que uma última folheada, in memoriam.

Com as mãos sujas de mofo e ácaros, fui relendo uma a uma, e relembrando momentos importantes da minha vida. Lembrei da auê que foi o lançamento do Playstation 2 (Ação Games nº 149, mar/01) e de como eu gostaria de dormir numa fila do Japão pra ser o primeiro a ter um. Voltando mais no tempo, recordei com saudade do lançamento do Nintendo 64 (Ação Games, nº 97, dez/95), sem falar no Gamecube e Game Boy Advance (Nintendo World nº 25, set/01) e até li inteira uma matéria sobre o lançamento do Neo Geo CD (Ação Games nº 82, maio/95).

Li com uma lágrima nos olhos os previews, reviews e dicas de jogos que, de uma forma ou outra, mudaram minha vida. Jogos como Killer Instinct, do saudoso Super Nintendo, que foi o primeiro e único jogo até hoje que me fez calos nos dedos, enquanto eu me matava tentando soltar os Ultra Combos de 80 hits (Ação Games nº 108, out/96) e também Legend of Zelda: Ocarina of Time, que terminei graças a um detonado (Nintendo Word nº 04, dez/98). Sem falar de Super Metroid (Super Game Power nº 03, jun/94) e ResidentE vil 2 (Gamers nº 28, de 1998).

Mas também tive lembranças de péssimos jogos, como Tom & Jerry para Master System (Ação Games nº 24, dez/92) e do horroroso War Gods para Nintendo 64 (Super Game Power nº 41, ago/97), que não passava de um clone muito mal feito de Mortal Kombat. Também relembrei de revistas que não vingaram no mercado editorial, como a Gameforce e a Mega Score, muito boas por sinal.

Após cerca de 4 horas sentado e lendo, foi hora de jogar tudo na caçamba do carro e rumar pro ferro velho. Quase tive um ataque ao saber que mais de 15 anos de história me resultou em pouco menos de 5 reais, que fará parte da compra de uma cópia pirata de Battlefield: Bad Company  (Revista Xbox 360 nº 20, ago/08).

E tudo isso começou no longínquo ano de 1991. Meu Atari tinha quebrado e acabei ganhando um Master System, com Sonic na memória e o cartucho do game do Michael Jackson, Moowalker (Ação Games nº 3, jul/91).

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Apesar de tudo tenho que afirmar: o verdadeiro amor pelos games não está em uma pilha de revistas velhas. Ele está no seu coração.

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Atualmente leio 3 revistas mensais: EGM Brasil, Revista Xbox 360 e Gamemaster. Já são cerca de 50 revistas acumulando em meu quarto. Essas eu ainda não me desfiz. Ainda levará uns 15 anos pra isso.

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Nesse momento saudosismo acabei descobrindo uma pequena mina de ouro: um site que contém arquivos em pdf de várias revistas de games dos anos 90. Por que eu não tinha descoberto isso antes?

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Informação nova sobre Rock Band 2. Se for pra colocar numa balança, até que dá pra sair no lucro.

As férias do banco que não parece banco têm se mostrado proveitosa em uma modalidade olímpica: Maratona. Mas não aquela maratona tradicional, mostrada na Globo, e sim uma maratona de série. Conviver com os mesmos personagens diariamente, ou por vários episódios por dia pode ser uma ótima terapia. Uma terapia nerd, pra ser mais exato.

Hoje acaba a maratona Smallville, em sua 7ª temporada. Me senti no dever cívico de escolhê-la para iniciar essa modalidade ao saber que o SBesteira já transmite a temporada em questão, sempre com péssima dublagem e edição mutiladora. Se a rede de Silvio Santos começa a exibir uma temporada inédita de uma série que você idolatra, isso é sinal de que você já está mais do que atrasado.

Paralelo a isso, também entrou no páreo a 4ª temporada Seinfeld, considerada por este como a melhor série de comédia já feita, e que foi felizmente finalizada hoje. Vindo por fora, chegou também a 4ª temporada de Greys Anatomy, cortesia de uma amiga que me ensinou a gostar da série.

Se o vírus em meu computador e a banda larga instável deixar, a próxima da fila é a 2ª temporada de Dexter, do psicopata mais legal da TV.

Todas as séries acima são cortesia do Rapidshare e Megaupload. Ainda tem a 3ª de 24 Horas, a 4ª de The 4400 e a 2ª de House, no tradicional formato em DVD.

E, quem sabe um dia, num futuro distante, eu consiga realizar meu projeto-nerd-master de maratona de séries: assistir a uma temporada de 24 Horas em 24 horas. Jack Bauer merece esse esforço.

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Você acha que conhece as séries só pelo logotipo? Então esse jogo foi feito pra você.

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A vida é um game. De corrida.

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E não é que o Buddy Poke, a nova viadagem do Orkut, não é divertida? Agora passo os dias dando voadoras, socos e tapas na bunda de meus amigos,com um avatar tão mau humorado quanto este que lhes escreve.

Mais de 1/4 de século vivido, formado em publicidade e amante de games, música e pop!

Na estante

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