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Não, não morri. Ficar sem internet durante uma semana é foda, isso sim.

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Quem me conhece sabe que não gosto do Kassab. Que votei no Alckmin no primeiro turno e que meu voto agora será anulado só pra não ir para o atual prefeito também. Mas aí vejo na TV que o Kassab ganhou um direito de resposta referente a campanha mui ofensiva da candidata que já fumou um baseado.

Então dona Marta, tão amiga dos gays, sapatonas e bichas de plantão, agora faz campanha insinuando que não devemos votar no Kassab porque ele é veado? Mas é uma puta mesmo.

Não que isso mude minha opinião de voto, mas que esse segundo turno tá acéfalo demais, isso tá.

Entre mendigos queimados, crianças arrastadas por carros e pais que jogam seus filhos pela janela, fica uma pergunta: Que tipo de família deixa sua filha de doze anos namorar com alguém sete anos mais velho?

Quem quer um coquinho aê levanta a mão!

E não é que Fringe é muito bom? Já tava na hora de alguém fazer uma série com agentes do FBI investigando casos sobrenaturais e conspirações, pra tapar o buraco deixado por Arquivo X há quase 7 anos atrás.

E sem falar que tem um monte de rosto conhecido. Tem o negão de Lost, o carinha do Dawson´s Creek, tem um outro que fez pontinha em Cold Case e tem até o regente Denethor em O Senhor dos Anéis.

A série já passou da prova de fogo da audiência americana e garantiu uma temporada com 13 episódios. Falta saber se vai ter fôlego pra manter o clima de suspense até lá, como têm feito nos primeiros episódios.

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Quem nunca ouviu aquele ditado, que diz que a primeira vez que batem no seu carro a gente nunca esquece?

A tecnologia está aí para nos ajudar, já dizia o sábio poeta. Mas também está aí, na mesma proporção, para nos encher o saco.

Há cerca de 10 anos atrás, celulares pesavam quase 1kg e tinham o tamanho de um tijolo. Com o passar dos anos, eles foram perdendo peso e tamanho e ganhando funções que nenhum de nós imaginaríamos. Outra coisa que mudou foi o preço, já que agora dá pra comprar um puta celular por qualquer “cem real”.

Com isso, qualquer coquinho pode comprar um. E pendurar no pescoço. Ou dar uma de DJ de trem, ouvindo músicas de gosto duvidoso em volumes altamente audíveis. Agora esse povo descobriu uma nova forma de encher os sacos alheios – o bluetooth.

Funciona assim: você tá lá, na sua, e de repente seu celular vibra. Você, pensando ser uma ligação importante, pára o que estiver fazendo para atender. Daí vê que não passa de alguém mandando um arquivinho qualquer pela rede sem fio para o seu celular.

Isso sempre me emputeceu. E eu tava louco pra pegar um coquinho fazendo isso. Até hoje. Tô lá em pé, lendo meu livro indo ao banco que nem parece banco, quando um coco bem do meu lado começa a fuçar no celular. Vejo o infeliz fazendo uma busca e localizando os aparelhos com o dispositivo bluetooth ligado, até aparecer cerca de 10 aparelhos, inclusive o deste que voz fala/escreve/digita. Um a um, ele começa a enviar fotos, músicas e o que mais ele tinha de merda, até que ele seleciona o meu nome e, sem sinal de demonstrar inteligência – típica dessa raça – , clica em Enviar.

O sangue ferve. Espero ansioso sentir o meu aparelho vibrar. Nessa hora já faz minutos que nem tô mais prestando atenção no livro. Assim que o celular vibra no bolso da calça, pego ele e o ponho bem na cara do infame, soltando um “meu, você é bobo?”.

Branco como giz, gaguejando e tremendo, ouço um fraco “cara, não sabia, me desculpe”. Ainda olhando feio, solto um “então já sabe” e volto para minha leitura. A cada dia me torno mais capacitado de controlar a raiva e tentar resolver tudo diplomaticamente. Sorte deles.

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Coquinhos em conserva. Embalagem com 500.

Lá vou eu com meus vídeos imbecis que acho no mundo da internet. Para assistí-lo, você deve clicar aqui.

Um grande amigo meu possui uma puta admiração por um grande diretor/ator/apresentador (desculpe por não conhecer o grande currículo da pessoa) que chega ao ponto de “Antonio Abujamra é meu pastor, e nada me faltará”.

Ontem, em uma matéria do programa Metrópolis sobre um monólogo que Abujamra está estreando no teatro, ouço uma das frases mais geniais que já ouvi na vida.

“No Japão, quem não sabe ler é preso. No Brasil, quem não sabe ler é eleito”.

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Sabe quando você vai trabalhar, daí olha pra cadeira do seu lado e percebe que nunca mais vai encontrar uma pessoa que você admira muito sentada nela? Vou começar a sentir isso na segunda que vem.

Abraço, sucesso!

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Todo mundo tá de saco cheio daquela musiquinha do Super Mario, mas já imaginou as musiquinhas polifônicas 8bits acompanhadas por uma puta batera?

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Que porra é essa? Um culto ou uma rave?

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Lembra do antigo programa global Você Decide? Então, é igualzinho, só que com zumbis.

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Os links e vídeos de hoje foram providenciados pelo guitarrista dessa banda aqui ó. Sim, tô fazendo jabá, e daí?

Mais de 1/4 de século vivido, formado em publicidade e amante de games, música e pop!

Na estante

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