Na tentativa de estimular quem bebe a voltar para casa de táxi, uma empresa alemã criou há alguns meses uma estranha forma de chamar a atenção dos motoristas embriagados: um jogo controlado pelo xixi.

O jogo é mostrado em uma tela sobre o mijódromo, que possui sensores de pressão para captar o movimento do jato disparado pelo jogador, que controla o movimento de um carro.sem-titulo
O raciocínio é simples: com reflexos mais lentos por causa da bebida, o carro fatalmente baterá e o mijão vai chamar um táxi… na teoria.

Games salvando vidas e criando negócios.

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Sim, bem que poderia ter um jogo desses no lugar onde eu estava ontem, mas também é sempre bom você ter um amigo-crente-que-não-bebe-e-que-pode-dirigir-seu-carro nessas horas.

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Ouvindo a música When I’m Sixty-Four, dos Beatles, me peguei pensando: será que quando eu for um senhor de cabelos brancos (se eu os tiver ainda, espero, porém duvido) eu continuarei investindo tempo e dinheiro em jogos? Eu realmente não sei dizer, afinal as prioridades mudam. Hoje eu gasto boa parte do meu salário de bancário no meu carro, mas pretendo também sempre ficar antenado com a indústria de games, seja comprando revistas, lendo sites e, é claro, jogando o máximo possível.

Assim como os pais que empinam pipas e jogam bola com seus filhos, eu serei aquele pai que vai comprar um console pro filho, assim como para os netos, e jogarei junto. E farei questão de apresentar as franquias que fizeram a minha infância.

Então, caros colegas, vocês se vêem daqui a quarenta anos jogando Super Mario Tatooine e Gears of War 12?

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Quando você vai numa festa da empresa, cheia de mulher bonita (porra, bonita mesmo), sabendo que lá tem alguém que já você já sabe que é certeza que irá rolar algo, e depois descobre que tem mais uma pessoa a fim, mas mesmo assim no final o placar acaba no 0x0, você acaba percebendo que está sem prática no assunto.