You are currently browsing the monthly archive for janeiro 2009.

Você já reparou nas caretas que as pessoas fazem quando estão jogando? Alguém já teve essa idéia.

**********
Sim, eu não fui. E por isso eu tenho ódio de mim mesmo toda vez que eu vejo a reportagem abaixo.

**********
Megan Fox é gostosa. Pra caralho. Mas os representantes da atriz confirmaram que ela não fará o papel de Lara Croft. Ufa.

feio6-copy

**********
Será que é pedir muito uma namorada assim?
sem-titulo2

Há alguns meses eu descobri uma função que não conhecia das Conquistas: a social. São aquelas desbloqueadas somente em modo online e tal, o que evidencia que você precisa interagir com alguém, sair do casulo, deixar a timidez de lado, esse tipo de coisa. É anti social? Veja só que ótima oportunidade para treinar a convivência. Ainda mais com desconhecidos, porque considerando a minha lista de “amigos” na Xbox Live, eu só conheço realmente uma pessoa, que é um dos meus melhores amigos. O restante, exatos 43, não sei nem o nome.

A questão é o valor social das Conquistas. Estava eu lá em Fable 2, literalmente caçando Conquistas, quando pipoca uma mensagem na minha tela, de um cara me chamando para jogar com ele. Eu já não tinha mais nada pra fazer, então resolvi aceitar o convite e ver no que iria dar.

A brincadeira durou cerca de duas horas e rendeu algumas dezenas de pontos. Ensinei a ele a embebedar os moradores e a bater nas prostitutas, fizemos alguns gestos unidos e depois cada um foi pro seu canto, feliz da vida.

Bem verdade que não trocamos uma palavra sequer. O máximo que foram algumas mensagens monossilábicas, suficientes para alinhar e coordenar nossas ações. Simples mais eficiente.

Por curiosidade, resolvi dar uma passada no fórum do site Portal Xbox pra saber como o pessoal se lida com esse entra e sai rapidinho pelas Conquistas. A resposta era óbvia e o atrasado sou eu: tem gente se oferecendo para ajudar os conquistadores solitários a pegar essa ou aquela conquista no modo cooperativo online. De graça, puramente altruístas.

Após um grande amigo finalmente criar vergonha na cara e começar a jogar online, passamos as noites (re)jogando nossos títulos, agora em modo cooperativo e em dificuldades absurdas, tudo pelas malditas Conquistas. Porque você deve matar seu amigo, se ambos podem juntar forças e chutar a bunda de algum alienígena? Essa é a graça da jogatina cooperativa.

Em uma animada mesa de bar, fiquei sabendo de uma pesquisa que chegou na segunte conclusão: existe no mundo sete mulheres para cada homem.

Com isso veio uma dúvida. Onde é que está a minha parte? Tem alguém no mundo com 14 mulheres, isso sim.

Sabe aquela taquicardia que te acomente quando você passa por uma experiência muito forte, muito emocionante? Aquela dor no peito, o coração batendo tão forte que parece que vai sair pra fora? Tô assim desde que assisti os dois primeiros episódios da 5ª temporada de Lost.

Lendo os habituais sites e blogs, acabei descobrindo o blog gringo Vault of Horror. Em tempos de listas pipocando por todos os lados, o blog listou as 10 obras de arte em tela mais assustadores de todos os tempos.

10º – Guernica, Pablo Picasso (1937)

10
09º – O Grande Dragão Vermelho, William Blake (1811)

09
08º – Biomechanoid, H. R. Giger (1974)

08
07º – Morte e Vida, Gustav Klimt (1911)

071
06º – O Pesadelo, John Henry Fuseli (1791)

06
05º – O Grito, Edvard Munch (1893)

05
04º – O Jardim dos Prazeres Terrestres (Painel do Inferno), Hieronymus Bosch (1500)

04
03º – Morte e a Donzela, Egon Schiele (1915)

031
02º – Saturno Devorando Seus Filhos, Francisco de Goya (1824)

02
01º – O Triunfo da Morte, Pieter Bruegel (1562)
01

imagem

Ainda bem que o frete é grátis. Duvida? Então veja com seus próprios olhos que a terra há de comer.

**********
Tantas séries, tão pouco tempo…
clockwork_big

Sabe quando você faz algo que tava querendo fazer a muito tempo? Quando isso acontece comigo, sempre me vem à mente aquele grito de “Acabooooou. É tetraaaaa! É tetraaaaaaa!!” que o Galvão soltou na final da copa de 94.

**********
Dia 16 de março está chegando. Alguém se habilita?

collectorsedition1

As melhores séries e temporadas do ano:

Lost – 4ª temporada

Big Bang Theory – 1ª e 2ª temporada

24 Horas – 3ª temporada

30 Rock: 1ª temporada

The 4400 – 4ª temporada

House – 2ª temporada

Smallville – 7ª temporada

Dexter – 2ª e 3ª temporadas

Californication – 2ª temporada

Fringe – 1ª temporada

A pior:

Heroes – 2ª e 3ª temporada

O piores episódios:

Heroes: todos da 2ª temporada e a maioria da 3ª

Os melhore episódios:

Smalville: Descent (7ª temp) e Bride (8ª temp)

Dexter: todos

Lost: There´s no place like home – partes 1, 2 e 3 (4ª temp)

Big Bang Theory: The Euclid Alternative (2ª temp)

Fringe: Pilot e In Which We Meet Mr. Jones (1ª temp)

House: No Reason (2ª temp)

**********
Retrospective 2007: Séries

**********
Aos poucos as séries voltam a serem exibidas, após as férias de final de ano. Big Bang Theory volta a animar meus downloads. Noites felizes.

**********
A casa caiu. Mais precisamente foi o teto da igreja Renascer. Imagino o pastor dizendo minutos antes do acidente “irmãos, sinto que em breve alguns de nós irão se encontrar com o criador…” e depois o Bum do teto caindo.

A mulher e sua amiga estão sendo abordadas por um sujeito de rosto redondo e inchado, com uma camisa aberta que fica estufada em sua pança. Renton, que não se esforça nem um pouco para disfarçar seu divertido preconceito contra pessoas acima do peso, aproveita a oportunidade para praticá-lo.

 – Ô Spud, saca aquele balofão. Guloso de merda. Não levo fé em todo esse papo de que é uma coisa de glândulas ou metabolismo. Não se vê nenhum gorducho nas imagens da Etiópia que aparece na tevê. Por acaso eles não têm glândulas por lá? Ah, pára com isso. – Spud responde aos comentários com um sorriso chapado.

Renton decide que a garota tem bom gosto, porque dispensa o gordo. Gosta do jeito como ela faz isso. Segura e digna, sem sacanear o cara, mas sem deixar dúvidas de que não está interessada. O cara sorri, estende as mãos e inclina a cabeça de lado, e é recebido por uma saraivada de risadas zombeteiras de seus amigos. Esse incidente deixa Renton ainda mais determinado a falar com aquela mulher.

Renton acena para que Spud o acompanhe. Como odeia tomar a iniciativa, alegra-se quando Spud começa a falar com a amiga da garota, até porque Spud não costuma fazer aquele tipo de coisa. A anfetamina certamente está ajudando, mas Renton fica um tanto perturbado ao escutar que Spud está tagalerando sem parar sobre Frank Zappa.

Renton tenta se aproximar de uma maneira que considera descontraída mas interessada, sincera mas tranqüila:

– Desculpe por me meter em sua conversa. Só queria dizer que admirei o excelente gosto que ce demonstrou ao chutar aquele gordacho agora há pouco. Achei que cê podia ser uma pessoa legal pra conversar. Se cê mandar ir pro mesmo lugar que o gordacho, não vou ficar magoado. Meu nome é Mark, a propósito.

A mulher sorri de uma maneira levemente confusa e condenscedente, mas para Renton aquilo é infinitamente superior a um “vai se foder”. Enquanto conversam, Renton começa a ficar preocupado com sua aparência. Os efeitos da anfetamina estão diminuindo aos poucos. Teme que seu cabelo, pintado de preto, pareça ridículo, e que suas sardas alaranjadas, maldição de todo filho da puta ruivo, estejam muito evidentes. Antigamente se achava parecido com o Bowie da era Ziggy Stardust. Alguns anos atrás, contudo, uma mulher disse que ele era a cada do Alec McLeish, jogador de futebol do Alberdeen e da seleção escocesa. Desde então, o rótulo permaneceu. Quando Alec McLeish pendurou as chuteiras, Renton decidiu viajar até Alberdeen para assistir à sua despedida, como sinal de gratidão. Lembrava de uma vez que Sick Boy sacudiu a cabeça em desalento, perguntando como um cara que se parecia com Alec McLeish podia esperar ser atraente para as mulheres.

Assim, Rentonpintou seu cabelo de preto e o arrepiou para tentar apagar a imagem de McLeish. Agora, teme que alguma mulher com que saia morra de rir quando ele tirar as roupas e revelar seus pentelhos alaranjados. Pintou também as sombrancelhas e pensou em pintar seus pêlos pubianos. Em um acesso de estupidez, pediu a opinião de sua mãe.

– Não seja idiota, Mark – ela respondeu, atiçada pelo desequilíbrio hormonal da fase da vida pela qual passava.

A mulher chamava-se Dianne. Renton acha que acha ela bonita. É um julgamento necessário, pois suas experiências anteriores o ensinaram a nunca acreditar inteiramente em sua opinião quando substâncias químicas estão zanzando pelo seu corpo e seu cérebro. Começam a conversar sobre música. Quando Dianne informa a Renton que gosta de Simple Minds, têm sua primeira discussão moderada. Renton não gosta de Simple Minds.

– Simple Minds virou uma bosta completa desde que se meteram com essa tendência imbecil de rock engajado inventada pelo U2. nunca mais levei fé neles desde que abandonaram suas raízes progressivo-farofa e começaram com esse negócio hipócrita de politicagenzinhas. Gosto muito do material antigo, mas desde New Gold Dream eles são um lixo. Todo esse negócio de Mandela é muito constrangedor – resmunga.

Dianne diz acreditar que o apoio dos Simple Minds a Mandela e a uma África do Sul multirracial é muito sincero.

Renton sacode a cabeça com certa intensidade, tentando ficar tranqüilo, mas continua nervoso por causa da anfetamina e da opinião de Dianne. – Tenho umas New Music Express antigas, a partir de 1979, bem, eu tinha mas joguei fora anos atrás, mas lembro de entrevistas em que o Kerr desprezava o engajamento político de outras bandas, dizendo que os Minds só se importavam com a música, cara.

– As pessoas têm o direito de mudar – responde Dianne.

Renton fica desarmado com a pureza e a simplicidade dessa afirmação. Isso faz com que a admire ainda mais. Encolhe os ombros e admite esse argumento, embora sua mente não pare de tagalerar que Kerr sempre esteve um passo atrás de seu guru Peter Gabriel e que desde o Live Aid ser visto como um bom moço virou moda para qualquer rockstar. Ainda sim, fica quieto e decide tentar ser menos dogmático a respeito de suas opiniões sobre música dali pra frente. Em uma perspectiva mais ampla, reflete, isso tudo não quer dizer porra nenhuma.

Depois de um tempo, Dianne e sua amiga vão ao banheiro para discutir sua avaliação de Renton e Spud. Dianne não consegue se decidir a respeito de Renton. Acha que ele é meio imbecil, mas o lugar está cheio de imbecis e ele parece um pouco diferente. Não diferente o bastante para ser levado a sério, ainda assim. Mas estava ficando tarde…

Spud diz alguma coisa para Renton, que não consegue escutá-lo por causa de uma música do The Farm, que, segundo Renton, como todas as outras músicas da banda, só é tolerável se você tomou uma tonelada de ecstasy, e se você tomou uma tonelada de ecstasy seria um desperdício ficar ouvindo The Farm, já que estaria bem melhor em uma rave se sacudindo loucamente ao som de bate-estacas techno. Mesmo que estivesse escutado Spud, seu cérebro está fodido demais para responder, aproveitando um descanso merecido depois de todo o esforço feito para conversar com Dianne.

Renton começa então a falar bobagens íntimas para um sujeito de Liverpool que está passando férias por lá, só porque o sotaque e a aparência do cara o fazem lembrar de seu amigo Davo. Logo percebe que o cara não tem nada a ver com Davo e que foi bobagem ter revelado aquelas coisas particulares. Tenta voltar para o balcão, mas não consegue encontrar Spud e acaba percebendo que está totalmente dopado.Dianne vira uma lembrança distante, uma intenção vaga perdida em meio ao seu estupor dopado.

Sai do bar para respirar um pouco de ar fresco e enxerga Dianne prestes a entrar sozinha em um táxi. Com certa angústia invejosa, pensa que aquilo pode significar que Spud foi embora com sua amiga. A possibilidade de ser o único a não pegar ninguém o apavora, e é o mais puro desespero que o incita a seguir diretamente na direção dela.

Trainspotting, pg 139

**********
A vida imita um livro #4

A vida imita um livro #3

A vida imita um livro #2

A vida imita um livro #1

Se você souber pesquisar bem, no Youtube você encontra muita coisa interessante, desde filmes completos até o documentário Muito Além do Cidadão Kane, que a Globo proibiu de ser veiculado no Brasil por motivos óbvios.

Mas também precisa ter faro e intuição pra descobrir os vídeos abaixo, instrutivos que só eles.

O vídeo mais engraçado da minha vida na última semana

Complemento do post The Bug is on the table

 

Eu queria ter uma vovó assim

 

Confesso que já tive vontade de fazer isso com o meu

 

Um vídeo inteligente dessa vez. Sério.

**********

sem-titulo1