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Descobri um webgame chamado Passage, e após jogá-lo eu parei para pensar. Ele não chama a atenção pelos gráficos maravilhosos como em Resident Evil 5 e nem pelo enredo maravilhoso de Metal Gear Solid 3. Ele chama a atenção pelo sentimento que aflora do jogo.

Após jogá-lo, a primeira coisa que veio na mente nos primeiros segundos é “que jogo ridículo”. Você simplesmente anda. E anda. E anda. Mas aí eu começava a perceber uma mudança na tela, combinado com uma música emocionante. Não importa o caminho que você segue, você chega sempre no mesmo lugar, no mesmo destino. Confesso que, quando cheguei ao súbito final, já havia rolado uma minilagriminha.

Após algumas jogatinas, na quarta vez você já está chorando de verdade. Você entende a mensagem que o criador quer passar. Você quer jogar novamente, só para testar outros caminhos. Isso é uma obra-prima. O game designer, em 5 minutos, consegue passar sua lição de vida em um jogo com gráficos pixelizados, com uma tela de 110X16, onde seu objetivo é pura e simplesmente andar. E andar. E andar.

Você acaba pensando sobre a sua vida. Sobre o que você fez e o que ira fazer no futuro. Não contarei o resto porque você tem que descobrir os sentimentos do game por conta própria. Coloquei o joguinho no Rapidshare pra download, e aproveite pra colocar em prática seu inglês para entender o objetivo do autor com isso.

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No meu orkut, vi embasbacado que eu sou 100% sexy. Alguém aí acha que o aborto do universo depois de uma orgia cósmica é tão sexy assim? Mulheres respondam, por favor.

 

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O Produto: Macarrão Tarako Pasta Sauce
A Intenção: Milhares de mascotes da Tarako viram macarrão? Não entendi, publicitários são pessoas estranhas.
O Resultado: Uma criança que saiu do filme Cidade dos Amaldiçoados é hipnotizada por bonecos alienígenas e obrigada a comer miojo.

***
O Produto: Rejuvenique
A Intenção: Vender uma máscara que dá choque na sua cara enquanto você lê uma revista.
O Resultado: Rob Zombie dirigindo um comercial inspirado em Halloween.

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O Produto: Nike Pro Apparel
A Intenção: Gladiadores do esporte se misturam com a força da natureza. Eu acho.
O Resultado: Power Rangers+Jogos Mortais+Sexta Feira 13.

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O Produto: Kinder Ovo
A Intenção: Humanizar o mascote do Kinder Ovo, talvez.
O Resultado: Um ovo monstro gigante coberto com pele humana que diz frases que parecem ao contrário. Mensagem subliminar invocando o demônio? Não duvido.

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O Produto: Playstation
A Intenção: Demonstrar que o Playstation é tão legal que até os alienígenas gostam do console.
O Resultado: Uma mistura bizarra de E.T. com uma menina com trancinhas num vídeo que parece ter saído da Área 51.

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O Produto: McDonald´s
A Intenção: Mostrar os vários gostos que tempos por um único tipo de produto.
O Resultado: Uma japonesa gatinha fazendo caras e bocas, exibindo sua coleção de chapéus ao som de uma música saída de um disco riscado.

“Alguma coisa está acontecendo… O recorde da indústria do entretenimento não é um filme. É um videogame”

Frase de saudação de um amigo mineiro no MSN

Quem visita o Mercado Livre pelo menos uma vez por semana ou pelo menos já ouviu falar na rua Santa Ifigênia (ou Efigênia, num sei) já deve ter se deparado com um infame aparelho xing ling chamado, oportunamente, de Hi Phone.

Com embalagem igual e interface semelhante, o novo aparelho pode ser considerado um iPobre em relação ao iPod: uma imitação barata, pronta para tirar uns trocados das pessoas mais desavisadas tecnologicamente. Fasebonus também é serviço de utilidade pública.

Achei um vídeo de um cara fazendo um teste com os dois aparelhos. Vi também em alguns blogs que o aparelho, além de não possuir tela widescreen como o original da Apple, não tem um dos maiores atrativos do iPhone: o wi-fi. Bem, prefira o original. Ou você vai fazer como todos os coquinhos, felizes com sua imitação, pensado que possuem um produto original?

 

Essa pintura será exibida em breve numa exposição de Los Angeles sobre séries. Alguém consegue achar 99 referências de Seinfeld?

 

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Essa é a história sobre um homem chamado Harold Crick e o seu relógio de pulso. Harold Crick era um homem de números infinitos, cálculos sem fim e pouquíssimas palavras. E seu relógio de pulso falava ainda menos.

Todos os dias da semana, durante 12 anos, Harold escovava cada um dos seus 32 dentes, 76 vezes. 38 vezes para trás e para frente, 38 vezes para cima e para baixo. Cara dia da semana, durante 12 anos, Harold dava um nó simples em sua gravata em vez de um nó duplo, assim economizava 43 segundos. Seu relógio achava que o nó simples deixava seu pescoço mais gordo, mas não disse nada.

Todos os dias da semana, durante 12 anos, Harold corria a uma velocidade de 57 passos por quarteirão, por seis quarteirões, quase perdendo o ônibus das 8h17 para o trabalho. Seu relógio adorava a sensação do vento batendo em seu rosto. Todos os dias da semana, durante 12 anos, Harold revisava 7.134 arquivos fiscais como um agente sênior da Secretaria da Receita Federal, tirando apenas 45 minutos e 7 segundos de almoço e 4 minutos e 30 segundos para o intervalo do café, marcados precisamente pelo seu relógio de pulso.

Além disso, Harold vivia uma vida de solidão. Andava para casa sozinho. Comia sozinho. E precisamente às 23h13, todas as noites, Harold ia para a cama sozinho, colocando seu relógio de pulso para descansar na mesinha ao lado dele.

Mais Estranho que a Ficção

Às vezes, se olharmos por outro ângulo de nossas mentes distorcidas, chegamos à conclusão de que é totalmente justificável e aceitável o fato de existirem pessoas que disparam armas de fogo na direção de pessoas inocentes.

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Mais um paradoxo das viagens no tempo em Lost: Do mesmo jeito que não engulo o fato de a Rosseau não falar pro Jin, em 4 temporadas, algo como “nossa, você não é o carinha que estava na ilha quando eu cheguei aqui, há 16 anos?”, não dá pra acreditar no fato de que na quarta temporada, quando os sobreviventes passaram um tempinho morando na vila dos Outros, eles não viram uma fotinha mostrando os sobreviventes vivendo na mesma vila, só que em 1977. Ai, que difícil.

Aliás, ia ser bem legal se no começo da série alguém tivesse visto na parede de uma estação Dharma uma fotinho dos anos 70 com os sobreviventes do vôo 815. Mistééééério (que seria resolvido nessa temporada). Bobearam, roteiristas. Falando em místééééério, nunca mais falaram daqueles dois esqueletos que foram encontrados lá nos primeiros episódios da série, lembram?

Então vamos esquecer isso e focar nas aventuras dos sobreviventes perdidos nos anos 70. Foi legal ver todo mundo se infiltrando na Iniciativa Dharma e recebendo o macacãozinho, e o Jack ganhando a função de “Workman”, assim como o pai do Ben (lembra?). “De acordo com seu currículo”, o carinha diz. A Iniciativa Dharma era algo que me fascinava desde o começo da série. Mesmo com aqueles jogos de realidade alternativa entre uma temporada e outra, divulgando vídeos na net sobre o assunto, sem contar os vídeos de orientação encontrados nas escotilhas durante a série, nunca ficou claro o que o pessoal da Dharma fazia na ilha. Depois vieram os Outros, as pessoas do cargueiro, a sra. Hawking, o Widmore, e os mistérios Dharma foram jogados pra escanteio. Até agora.

Não desceu pra mim o jeito como o Frank Lapidus conseguiu fazer um pouso forçado na ilha. Computação gráfica demais, e o avião dando piruetas e ele calminho, como se fizesse aquilo sempre. Não deu. Pelo menos teve o Sawyer dando esporro no Jack. Porque agora quem resolve as coisas é ele. O novo líder, com muitos golpes no currículo. E teve o Sayid conhecendo o pequeno e inocente Ben, que já dá cagaço em mim com seus olhos arregalados. O Sayid, mesmo sem chapinha no cabelo, está cagando e andando não está nem aí para as regras de Faraday – que não se pode mudar o curso do Tempo e tal – e já bem olhou com um olharzinho de ódio para o little Ben.

Agora vem cá: a Sun não viajou no tempo com o resto do pessoal e caiu na ilha no presente? E aquele Ceasar, aposto um rim que ele tem alguma relação com o Wildmore, ah se tem. E o Locke, cadê? E agora tem também o Christian Shepard aparecendo toda hora, tirando aquele clima de suspense. Ele fica vagando pela ilha vazia – que medo -, morando nas casinhas Dharma. E onde estão Rose, Bernard, o cãozinho Vincent e os outros sobreviventes insignificantes, que eu nem lembro mais? Perdidos no tempo?

Ainda bem que, aconteça o que acontecer, sempre teremos o Hurley, seja elogiando o inglês do Jin ou com medo de perguntarem quem é o presidente dos EUA em 1977. Love you.

Eu sempre detestei as torcidas pelos casaizinhos em qualquer série. Torcida pra casalzinho dar certo, só em Arquivo X. Mas é bem legal o ódio no olhar da Juliet contra a Kate. Juliet fica a fim do Jack, que ama a Kate. Aí ela casa com Sawyer e vive feliz na vila Dharma nos anos 70, e quem me aparece? A Kate. Bitch.

E essa eu jamais saberia sem ajuda dos universitários: o cara que estava fazendo a maquete na Estação Chama era o cara que morou com o cara que morou com o Desmond na Estação Cisne, e que desenhou o mapa naquela porta e um dia se matou e deixou uma mancha de cérebro no teto. Lembra? Cara, e teve o baby Ethan. Não imaginava que ele era o filho da Michelle (24 Horas). Mas agora uma pergunta pra fechar: As grávidas (e por tabela os bebês) não morriam na ilha? Ou será que isso só começou a acontecer depois do Dharmacído?

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E Grey´s Anatomy? Deveriam mudar o nome pra Supernatural, Ghost Whisperer, ou alguma outra série que tenha fantasmas. É legal ver Denny Duquette, o paciente mais legal e carismático que o Seattle Grace Hospital já teve, mas essa história de Ghost já ta me enchendo.

Mas ainda bem que a série continua cheia de ceninhas cool, diálogos espertos, musiquinhas legais e momentos nó na garganta.

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E Big Bang Theory, que foi renovada pra mais duas temporadas. Rapidshare e Megaupload agradecem.

Mais de 1/4 de século vivido, formado em publicidade e amante de games, música e pop!

Na estante

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