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 Vou te dar uma opinião sincera, sem esse negócio de ista:

 se vc for banido eu acho q vc deveria comprar um play 3…porque você vai poder jogar gratuitamente (prefiro pagar pra jogar online e ter um conteúdo melhor sim, mas ser de graça ajuda), não precisar de ficar carregando as pilhas, ter um blu ray player, jogos excelentes (god of war 3, little big planet, seu amado METAL GEAR SOLID 4, gt 5, infamous, killzone 2, last guardian, heavy rain, uncharted 1 e 2 entre outros), você NUNCA será banido e contudo o playstation 3 é um aparelho bem mais duradouro que o xbox 360
 ficou grande mas é minha opinião

 o foda mesmo são os jogos originais e você ter que comprar um headset bluetooth (que não é tãão caro assim)

 só pelos exclusivos o playstatation 3 me agrada

 e vou te falar tb psn vs live

 a live esmaga a psn mesmo.mas a psn ainda tá remando seu pequeno barquinho.só pelo fato da psn ser grátis já me sinto bem servido, e tem muito mais coisa gratuita na psn.já na live voce consegue conversar com a galera toda, coisa que não dá na psn, mas na próxima atualização já está confirmado o chat de voz.
 e esse negócio de lag que falam que tem na psn só porque ela é gratis é pura balela, lag igual na psn vs live

PANICO I CH

Cleitoncrs, Rodrigo A.C Pr, PaulaBeast 81, Willrs 10, PANICO I CH, Frozen, Eddie SP, Carlinha SP/BR, Mulheke, Kaputz46, Sou_Jedi, Player 666, AlineBr e Maeda360. Essas são as gametags de alguns jogadores da minha lista de amigos da Xbox Live e todas tem algo em comum: foram banidas na última semana do serviço online da Microsoft por modificarem seu console para rodarem jogos piratas. A onda de banimento da Microsoft pegou todos de surpresa no início do mês. Estimativas oficiais da empresa apontam cerca de 600 mil consoles banidos, mas ainda abaixo da meta estipulada de 1 milhão proposta pela Microsoft.

O banimento coincide com o lançamento de Call of Duty: Modern Warfare 2, que já é o maior lançamento da indústria do entretenimento de 2009. A Microsoft aproveitou o lançamento do game para dar uma enxugada na lista de jogadores que usam o serviço online com consoles modificados. Isso é prática comum da empresa, mas nunca como aconteceu dessa vez. Jogadores estão sendo banidos pelo simples fato de conectarem seus consoles à rede, mesmo sem rodar nenhum jogo.

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A Microsoft pegou pesado dessa vez. Além de banir o usuário, seu console também perde uma função importante, que é poder copiar um jogo para a HD do videogame. Além de não poder mais copiar, os jogos copiados também ficam bloqueados e só podem ser reutilizados se a HD for conectada em um novo aparelho travado. Conquistas ganhas depois do banimento não serão atualizadas quando o jogador se conectar com um console travado. Jogos comprados via Xbox Live não podem mais ser acessados de maneira completa, somente na forma de demos. Todo o conteúdo adquirido online deverá ser baixado novamente para a HD a partir de um console travado – de forma gratuita pelo menos, já que o download já havia sido pago em outra ocasião. A revolta é geral ao redor do mundo. Mesmo sabendo que estão errados e que um dia isso iria acontecer, gamers se descabelam ao receber a mensagem de erro Status Code: Z: 8015-190D e descobrem que estão banidos até o dia 31 de dezembro de 9999 por violarem os termos de uso da Xbox live e prometem vingança. Boicote geral aos produtos da Microsoft, aderência em massa ao Playstation 3 (que além de servir como player de Blu Ray, possui um serviço online gratuito) e até ameaças de morte a Stephen Tolouse, a pessoa responsável por banir os usuários da rede. A Microsoft, poderosa que só ela, não muda de idéia e continua imponente.

Rumores dizem que a Microsoft descobriu um modo de detectar se o aparelho foi modificado, mesmo sem ter nenhum jogo rodando no momento. Outros dizem que a empresa detecta o momento em que há um jogo rodando e aí armazena as informações do console pirata, para baní-lo mais tarde. A única certeza é que, uma vez banido, não há mais a opção de entrar na Xbox Live com o mesmo console. Só comprando um novo aparelho travado e usando games originais.

Agora a dúvida: quem é o culpado? São os jogadores, por destravarem seus caríssimos aparelhos para poder economizar na compra dos jogos, e aí acabam sobrecarregando o serviço online daqueles que pagam por um jogo original? Ou é do governo, por cobrar impostos caríssimos em cima de um jogo, fazendo com que um lançamento de US$ 40 chegue aqui por quase R$ 300,00? Ou é a Microsoft, por ser gananciosa demais e exigir que se pague uma fortuna por um serviço online, além de se pagar outra fortuna por games originais, uma vez que já pagamos uma outra fortuna por comprar seu videogame (já que a única forma de voltar a jogar online é comprar outro aparelho)? Talvez tentar responder a essas perguntas seja o mesmo que responder a uma pergunta que há séculos intriga a humanidade: Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

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Já quem é o perdedor, essa é fácil de responder: são as produtoras e desenvolvedoras de games, que investem milhões em tecnologia para criar um jogo, para logo em seguida um corsário conseguir copiar seu trabalho e vender um jogo na banquinha por “déiz real”. Mesmo eu, tendo argumentos sólidos a respeito de donwload de músicas e séries, não consigo me justificar por comprar um jogo pirata, mesmo argumentando que não tenho condições de comprar um original.

Eu sei que minha hora vai chegar. Talvez já tenha chegado, e só está a espera de eu me logar na Xbox Live para me banir de forma definitiva. Eu, por enquanto, vou esperar essa onda de banimento passar (isso se passar) e voltar a jogar online depois de um, dois meses. Apesar de que, fazendo isso, eu mesmo estarei me banindo. E depois do banimento, vem a dúvida: continuar insistindo na Microsoft e comprar um aparelho travado e aderir aos jogos originais, como eu fazia nos áureos tempos do Nintendo 64, ou comprar um Playstation 3 e perder tudo aquilo que já adquiri na rede online do Xbox 360, como conteúdo para games e diversos jogos, tudo pago?

tirinhaTirinha Gamer #9

tirinha

Tirinha Gamer #8

Parece que a Sony acertou dessa vez. Chega de campanhas publicitárias bizarras, com bebês malignos, híbridos alienígenaspessoas se amontoando e aparelhos caríssimos voando em TVs de LCD 42” idem. A nova campanha, intitulada Only Does Everything, abandona o tom nonsense, obscuro, sem sentido e até assustador e chama atenção pelo humor inteligente misturado com informação sobre o seu produto.

A linguagem é simples. Um consumidor faz uma pergunta ou comentário à empresa, que é devidamente respondido por Kevin Butler, um funcionário que muda de cargo de acordo com a dúvida lançada. Entre as perguntas, há o namorado que não sabe como explicar à sua namorada que Uncharted 2 não é um filme, um pai desesperado que quer passar mais tempo com os filhos, um recente comprador que quer saber o que o console tem a oferecer e uma mulhera revoltada porque o namorado ainda não conectou seu aparelho na internet (isso me lembra alguém). A campanha entrou no ar no final de agosto para divulgar a nova redução de preços do aparelho e provavelmente ficará no ar até o final do ano, até o lançamento das campanhas sazonais da empresa. Todos os comerciais, que incluem também peças para rádio, internet e mídias sociais foram criadas pela agência Deutsch LA.

“Estes novos comerciais, criados pelos nossos parceiros na Deutsch LA, marcam o nascimento de uma nova campanha na qual nós conversamos diretamente sobre tudo com os consumidores”, disse Peter Dille, vice presidente de Marketing & PlayStation Network no blog oficial do console. “Nós sabemos que muitos de vocês concordam que o PS3 é um console sem rivais a altura. Ele também é o melhor aparelho de Blu-ray do mercado. E a maioria de vocês também deve saber que é possível fazer o download de mais de 2000 filmes sem ter que levantar do sofá. No entanto, nós reconhecemos que ainda existem muitos consumidores que não sabem o quão poderoso o PS3 realmente é. Então nós fizemos esta campanha de modo diferente para estendermos o alcance também para as famílias”.

 

 

 

 

“O PSP vai matar o Ipod da Apple. A Sony quer desesperadamente dominar o mercado de download de músicas… então, quando eles colocarem um disco rígido no PSP – não “se”, mas “quando” – o Ipod enfrentará uma dura concorrência.” – Abril de 2005.

E lá se vão mais de 4 anos desde a frase dita por um dos altos executivos da Sony. De lá pra cá saiu Ipod 80GB, Ipod Touch e Iphone. E Aê Sony, cadê?

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E por falar na Sony, todo mundo sabe que ela é famosa por seus comerciais estranhos sobre a linha Playstation. Mas esse sobre o Play 3 Slim se superou no quesito bizarrice. Um console é arremessado a 80km/h em direção a uma Sony Bravia LCD 42”. Tudo isso pra demonstrar o… sei lá, o estrago que isso pode acontecer se o aparelho voar na sua direção, talvez?

tirinha

Tirinha Gamer #7

São Paulo, quarta feira abafada de um 07 de outubro à noite. Seria só mais um dia ingrato de trabalho, se não fosse por um diferencial: o concerto Video Games Live, projeto musical criado pelo maestro Jack Wall e o compositor Tommy Tallarico, iria se apresentar nesse dia. O conceito do show é simples: uma orquestra tocando músicas dos grandes clássicos dos videogames, do passado e do presente, com grande interação com a platéia.

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A diversão já começa horas antes do show. No hall de entrada, enquanto a massa nerd espera ansiosa pelo show do ano, vários consoles rodando diversos games, de Guitar Hero a Mario Kart, sempre ao lado de deliciosas atendentes. Entre uma partidinha e outra, aguardo ansioso para a cereja do bolo até o momento que vejo o povo ir para os seus lugares para assistir a apresentação da banda Mega Driver, que abre o show. O Show durou pouco, menos de meia hora, mas a banda de heavy metal que toca temas clássicos de Sonic e Street Fighter ajudou a colocar o público no clima.

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Após a saída do Mega Driver do palco, chegou a hora do concurso de cospobre Cosplayer e dos famosos vídeos de abertura do evento. Além do clássico vídeo do Pac Man, somos apresentados a mais dois: uma homenagem a Michael Jackson (a melhor que vi na vida) e o clipe da música Yuri the only one, banda de game music Leetstreet Boys. Assistido os devidos vídeos, a Orquestra Villa Lobos sobre ao palco e começa a afinar os instrumentos. Silencio total. Aparece o maestro italiano Emmanuel Fratianni e Tommy Tallarico – com sua guitarra a lá Chimbinha – e emendam uma versão surpreendente de Castlevania. Durante o show, o que se via era um misto de furor psicótico e alegria pura, com direito a cantar junto com a orquestra quando as trilhas de Super Mario, Metal Gear (Chorei!), God of War e Halo foram tocadas. A cada nova canção, imagens dos respectivos games passavam nos telões, levando os fãs ao delírio, num espetáculo de som e vídeo maravilhoso, com sincronismo impressionante.

LeetStreet Boys – Yuri The Only One

 

Michael Jackson Tribute

A interatividade com o público foi total. “Esse não é um concerto convencional. Se vocês virem uma imagem, ou ouvir uma música que vocês amem, então gritem, batam palmas, cantem juntos” disse Tallarico, entre uma música e outra. Houve também o famoso desafio de Space Invades, onde uma pessoa sobe ao palco e controla a nave com os movimentos do corpo, para derrotar os maleditos alienígenas. Mas nada se supera ao momento Guitar Hero do show: uma pessoa do público recebe o desafio de tocar a música Sweet Emotions, do Aerosmith, na dificuldade Expert, sendo acompanhada por Tallarico (E sua famosa guitarra-chimbinha) e a orquestra ao fundo. O jogador assumiu a responsabilidade e cumpriu a meta estipulada, que era alcançar a pontuação de 200 mil pontos. O público foi ao delírio.

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Se na última vez que o evento passou em São Paulo tivemos o famoso youtubeiro Martin Leung como convidado especial, dessa vez fomos brindados com a presença da flautista norte-americana Laura Intravia que, vestida de Link, interpretou a canção de Zelda em um dueto inusitado ao lado da própria fadinha Navi em cima do seu ombro. Já os fãs de Metal Gear quase arrancaram seus cabelos a dentadas quando o japonês Norihiko Hibino, saxofonista e compositor dos games, subiu ao palco para tocar a música-tema do 3º jogo da franquia, Snake Eater (sem trocadinhos, por favor).

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Ao final do show o que se via eram rostos exaustos de tanto pular e cantar, mas rostos felizes. O evento já passou pelo país pela 4ª vez e Tallarico diz o motivo: “O segredo do sucesso é a imensa paixão dos brasileiros por música e videogames. Procuramos sempre ouvir os fãs e mudamos sempre o nosso set list para levar aos gamers as canções que eles querem ouvir. Os videogames são a principal forma de entretenimento do século 21 e ver a platéia ir a loucura e vibrar a cada novo acorde não tem preço”. Falou e disse.

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Pra economizar, resolvi não gastar com álcool e deixei o carro em casa. O show acabou por volta da meia noite, então não havia possibilidade de ir pra casa. O jeito foi passar a noite num motelzinho vagabundo. Se eu soubesse, preferiria ter gasto os 50 reais em combustível. Nem tudo são flores.

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Video Games Live 2007. Eu fui.

– Xbox 360 com o kit completo. Guitarra de plástico inclusa.

– PSP abarrotado de jogos.

– iPod socado com 4Gb de música boa.

– Celular com acesso ao Gmail.

– A 7ª temporada de Seinfeld para assistir no celular.

Indo passar o feriadão na praia. Na volta, as impressões do show mais esperado do ano.

Ingresso VGL

tirinha 7

Tirinha Gamer #6

Mais de 1/4 de século vivido, formado em publicidade e amante de games, música e pop!

Na estante

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